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Coletânea do Seminário Internacional do Agronegócio 2025 será lançada dia 25

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Arte do convite em tons de preto e dourado, onde está escrito “Lançamento da Coletânea Seminário Internacional Multidisciplinar do Agronegócio 2025”, com data, horário, local e organizadores. Abaixo, o nome dos organizadores e os logos do Sistema Famato e Esmagis. Ao fundo da imagem, uma plantação. Será lançado em 25 de setembro, às 8h30, na Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso Desembargador João Antônio Neto (Esmagis-MT), a coletânea do “Seminário Internacional Multidisciplinar do Agronegócio 2025”. A obra, uma realização conjunta da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Sistema Famato) e da Escola, conta com organização do diretor-geral da Esmagis-MT, desembargador Márcio Vidal, do presidente do Sistema Famato, Vilmondes Tomain, e do coordenador jurídico do Sistema Famato, advogado Rodrigo Bressane.

Segundo Vidal, a coletânea tem por finalidade divulgar os principais resultados e reflexões do seminário, promovendo o conhecimento e o diálogo entre especialistas, magistrados e representantes do setor produtivo, além de fomentar pesquisas e valorizar a produção científica voltada ao agronegócio no Brasil.

Realizado nos dias 22 e 23 de maio deste ano, o 6º Seminário Internacional Multidisciplinar do Agronegócio reuniu desembargadores, juízes, servidores do Judiciário estadual, representantes do sistema de justiça, produtores rurais e estudantes. Foram parceiros na realização do evento a Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt); a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado (Fecomércio-MT); a Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Mato Grosso (OAB-MT), por meio da Escola Superior de Advocacia de Mato Grosso (ESA-MT); e a Universidade Federal de Mato Grosso, por meio da Faculdade de Direito.

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Representantes de diversas instituições foram convidados para o lançamento da coletânea: Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso, Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso, Universidade Federal de Mato Grosso, Universidade do Estado de Mato Grosso, Sistema Famato, Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, Frente Parlamentar da Agropecuária, Procuradoria-Geral do Município de Cuiabá, Comissão de Agronegócio da OAB/MT, Escola da Magistratura do Estado de Rondônia, Fórum Mato-grossense da Agropecuária, Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso, Escola Superior da Advocacia, Procuradoria-Geral do Estado de Mato Grosso, Faculdade de Direito da UFMT, Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, Prefeitura Municipal de Cuiabá, Frente Parlamentar da Agropecuária de Mato Grosso, Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso, Federação das Indústrias de Mato Grosso, Grupo Bom Futuro, Colégio Permanente de Diretores de Escolas Estaduais da Magistratura, Escola Judicial da 23ª Região, Governo do Estado de Mato Grosso, Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de Mato Grosso, Supremo Tribunal Federal (STF), Superior Tribunal de Justiça (STJ), Faculdade de Direito da UNIC Beira Rio, Universidade de Cuiabá, Centro Universitário de Várzea Grande, Associação Mato-Grossense de Magistrados, Fundação Escola Superior do Ministério Público de Mato Grosso, Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Escola Institucional do Ministério Público de Mato Grosso, Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (Presidência, Vice-Presidência e Corregedoria-Geral), Instituto dos Advogados Mato-grossenses, Academia Mato-grossense de Direito, Academia Mato-grossense de Magistrados, Escola da Magistratura Mato-Grossense, Escola Superior de Contas Benedicto Sant’Ana da Silva Freire e Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso.

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Clique neste link para se inscrever para participar do lançamento.

Neste link você pode ver as fotos do Seminário Internacional.

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Curso sobre letramento racial promove equidade no ambiente institucional do PJ

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Banner do Curso de Letramento Racial e Antirracismo do TJMT. A arte tem tons de marrom e sépia e tem as imagens de uma mulher preta de perfil, de uma mão negra de punho cerrado, da balança da Justiça e do mapa de Mato Grosso.Um ambiente institucional com equidade vai além do tratamento igualitário. Reconhece as necessidades individuais, oferecendo suporte para que todos tenham oportunidades reais de desenvolvimento. Buscando transformar a cultura organizacional da instituição em um modelo que promova justiça, acolha a diversidade e garanta que as barreiras estruturais sejam superadas, o Poder Judiciário de Mato Grosso vem adotando práticas e políticas antirracistas. Entre elas, cursos e capacitações sobre Letramento Racial e Práticas Antirracistas.
Um novo módulo da capacitação online teve início nesta segunda-feira (15/06) e prossegue até quinta (19), das 8h às 12h. Voltado a magistrados, servidores e colaboradores da Justiça Estadual, o curso é ministrado pela professora e pesquisadora Silviane Ramos Lopes da Silva, doutora em Sociologia pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e mestre em História pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
A pesquisadora lembrou que para falar de racismo estrutural é preciso primeiro revisitar a história do Brasil, a fim de se compreender que o racismo não é apenas um preconceito, mas uma base sobre a qual instituições, a economia e a cultura foram organizadas. A colonização e a escravidão deixaram ao país uma herança histórica e econômica, já que, após a abolição, o Estado não promoveu políticas de inclusão, o que resultou na marginalização da população negra. “Foram usadas diferenças corporais, como fenótipo, cor da pele e textura de cabelo, para criar desigualdades e legitimar a superioridade de um grupo sobre o outro”, pontuou.
Silviane destacou ainda o que chamou de “ponto cego nacional por conta do analfabetismo racial “ essa ideia equivocada da coisificação dos corpos negros e indígenas , e o discurso de que somos todos iguais não coadunam . Essa narrativa que suaviza a não existência de racismo no Brasil, é uma estratégia da branquitude para enfraquecer os movimentos negros , indígenas a não se organizarem . Nada foi dado a população negra e indígena. Os povos indígenas são donos da terra e os negros foram arrancados de África sem escolhas, a organização da comunidade e imprescindível em para garantir vida digna, ressaltou.
Corpo branco, pele clara, traços finos, cabelo liso são vistos como norma ou padrão, sem mistura. Já negros e indígenas são vistos como diferentes. Esse conceito de branquitude define a identidade racial, o lugar de privilégio e a posição de poder ocupada por pessoas brancas em uma sociedade estruturada pelo racismo. A pesquisadora deu como exemplo dessa branquitude os bairros nobres da cidade de São Paulo, considerados locais “de branco”. Nesses lugares, observou Silviane, o corpo negro só é normalizado se estiver exercendo uma função subalterna.
Letramento e dupla consciência
Pessoas brancas podem desenvolver letramento racial por meio da “Dupla Consciência”. Isso ocorre quando o indivíduo adquire a capacidade de olhar para a sociedade e para os próprios privilégios, através das lentes da experiência negra. Conforme pesquisa trazida por Silviane, apesar de ser impossível “vestir a pele do outro”, é possível vivenciar a empatia profunda sem apropriação. Essa identificação estética e política pode vir, por exemplo, do engajamento com produções intelectuais, musicais e artísticas negras.
A capacitação traz ainda um conjunto de recursos para quem deseja ser um aliado na luta antirracista. Entre eles, reconhecer privilégios e o racismo internalizado, escuta qualificada e não universal, descentralizar-se, além de educação continuada.
O curso Letramento Racial e Práticas Antirracistas é promovido pelo Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio do Comitê de Promoção da Equidade Racial, que tem entre suas atribuições coordenar e executar as ações previstas no Pacto Nacional do Judiciário pela Equidade Racial, fomentar a representatividade racial no Judiciário, estimulando cursos e capacitações e disseminando práticas de combate ao racismo e de promoção da equidade racial.

Autor: Nadja Vasques

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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