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Ações de segurança da informação do TJMT ajudam na prevenção de golpes

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) tem reforçado suas ações para proteger a população de tentativas de golpes com uso do nome do Judiciário. O trabalho tem como foco a prevenção, monitoramento constante e orientação clara ao cidadão, reduzindo os riscos e inibindo esse tipo de prática.

Conduzidas pelo setor de Segurança da Informação do TJMT, as medidas alcançam tanto servidores quanto o público externo, dificultando a atuação de golpistas. O objetivo é aumentar a capacidade de resposta diante das tentativas de golpe e evitar prejuízos financeiros e também emocionais.

“Nosso trabalho inclui o aprimoramento de controles tecnológicos, processos internos e iniciativas educativas voltadas aos servidores e à população, com foco na redução de riscos e na prevenção de golpes e fraudes”, explica Fellipe Ribeiro Silva Abib, assessor do setor de Segurança da Informação do TJMT.

Quando há indícios de incidentes de segurança, o TJMT também atua de forma integrada com os órgãos de segurança pública. “O Judiciário de Mato Grosso colabora dentro de suas atribuições institucionais, fornecendo subsídios técnicos que auxiliem as investigações”, completa Fellipe.

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Para o cidadão, a primeira forma de proteção é a atenção aos sinais de alerta. Mensagens que geram senso de urgência, utilizam linguagem informal ou pressionam o cidadão a realizar pagamentos imediatos são fortes indícios de tentativa de golpe.

Outro ponto de atenção é o pedido de transferência via PIX, o envio de boletos ou solicitações para clicar em links externos. As comunicações processuais ocorrem, principalmente, via sistema processual eletrônico (PJe) ou por intimações formais realizadas por oficiais de justiça devidamente identificados.

“O TJMT não realiza comunicações processuais, cobranças ou solicitações de pagamento por meio de mensagens informais, nem solicita que o cidadão clique em links que leva para outros sites para tratar de processos ou valores”, pontua o assessor do setor de Segurança da Informação.

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Autor: Bruno Vicente

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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