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Facilitadores de Círculo de Paz de Primavera do Leste recebem kits de auxílio às dinâmicas escolares

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Facilitadores de círculos de paz que atuam nas escolas do município de Primavera do Leste receberam, em novembro deste ano, kits com itens de auxílio às dinâmicas feitas com os alunos. A iniciativa, do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) de Primavera do Leste, foi viabilizada por meio de uma parceria realizada com a Secretaria de Cultura do Município.
 
Ao todo, foram entregues 20 kits, os quais continham materiais como crachás reutilizáveis, bolsa, o bastão da fala, placa de não interrupção, dentre outros. “Foi uma forma de valorizar o trabalho desses facilitadores, que atuam de forma voluntária”, ressaltou Marina Soares Vital Borges, gestora do Cejusc de Primavera do Leste.
 
Atualmente, a Comarca de Primavera do Leste conta com quase 75 facilitadores de círculos de paz. A metodologia é uma ferramenta importante para administração de conflitos na escola.
 
“Trabalhamos com prevenção da violência com círculos sobre respeito, indisciplina, bullying e motivação. O cuidado do ambiente escolar busca a melhoria do processo ensino-aprendizagem. O ambiente onde o aluno se sente acolhido e pertencente”, concluiu a gestora.
 
#Paratodosverem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Imagem 1 Uma mulher está em pé em uma sala, vestindo uma camisa branca com um logotipo. Ela está posicionada perto de uma mesa coberta com uma toalha de renda. Na mesa, há vários itens, incluindo um buquê de flores, um pequeno bicho de pelúcia e vários outros objetos, como brochuras e uma caneta.
 
Priscilla Silva
Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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