Política MT

Musical infantil com personagens da Disney tem sessões nesta segunda e terça, no Teatro Zulmira

Publicado em

Moana, Mirabel, Aladdin e Ariel se encontram no Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros, nesta segunda e terça-feira (23 e 24), em um espetáculo fabuloso, voltado para as crianças e com um gostinho de solidariedade. Para o público geral, a apresentação será na terça, às 20h, com ingressos a partir de R$ 40,00, disponíveis neste link (https://ingressos.setenove.com.br/comprar-ingresso/a-loja-dos-brinquedos-encantados-3747).

“A Loja dos Brinquedos Encantados”, da Cia Terceiro Sinal, em parceria com a Pipoca Cultural, é uma obra já consolidada e aguardada pelo público, chegando à quarta edição. O musical infantil transita entre os mundos da Disney e o mundo real. O palco é repleto de magia, por conta dos figurinos, acessórios e cenários que beiram a realidade cênica dos filmes.

São cinco sessões, sendo a primeira, na segunda-feira (23), às 13h30, voltada para o agendamento escolar gratuito, com escolas públicas convidadas, responsáveis por levar os estudantes para o espetáculo. Para esse horário, a Superintendência de Integração, Cidadania e Cultura da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (Assembleia Social), gestora do Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros e apoiadora do evento, também cederá ônibus, como forma de incentivar o acesso ao teatro.

Nas sessões de segunda, às 15h30, e terça-feira (24), às 10h e às 15h, escolas particulares levarão seus alunos, com ingressos a preços promocionais. A produtora do evento, Simone Pompeo, explicou que ainda há vagas, que podem ser contratadas pelo telefone (65) 99809-3887 (Helouise).

Leia Também:  Cine Teatro Cuiabá recebe show solidário SOS Rio Grande do Sul para arrecadar itens às vítimas das enchentes

Foto: MARCOS LOPES / ALMT

A sessão das 20h, na terça, aberta para todos os públicos, está sendo vendida pela internet, cabendo desconto a quem utilizar o cupom aloja15. Lembrando que estudantes, professores, idosos e outros grupos pagam meia, resguardados em lei.

Sobre o espetáculo

A montagem sugere uma fábula entre sonho e a realidade, tendo como objetivo revelar a fase simbolista da autora, personificada na loja, trazendo para as cenas contradições entre o abstrato e o concreto, o lúdico e o real.
A construção cênica é inspirada nas obras da Disney e terá como pano de fundo a dança e o canto, que serão como um fio condutor da narrativa.

“A Loja dos Brinquedos Encantados” é um espetáculo em que são tratados temas como a intolerância, o respeito e a aceitação das diferenças no outro e as suas crenças. A obra busca através do lúdico ampliar o papel da arte e os seus ensinamentos dentro e fora das escolas, transformando assim o olhar do público para o mundo, a sociedade e a cultura do próximo.

Sinopse

Na esquina da Avenida Getúlio Vargas com a Rua dos Sonhos, existe uma loja muito peculiar. Porém a loja está com seus dias contados e só a pequena Alice poderá salvá-la!
Alice começa uma saga para encontrar o livro encantado que pertencia à sua mãe quando criança. Um livro que possui o encontro entre magias e realizações através de suas páginas. Uma leitura que poderá despertar as mais sublimes curiosidades da imaginação fértil de umạ criança, levando Alice a uma aventura entre os áridos desertos de Ágraba, passando pelas nevascas de Arendelle, até as profundezas do mar, para fazer seu pai reencontrar a magia.
Essa é uma história de sentimentos, onde as crianças se deparam com as emoções e relações humanas através dos livros.

Leia Também:  Inscrições para o Programa SER Família CNH Social encerram nesta quinta-feira (14)

 Ficha Técnica

Produção: Cia Terceiro Sinal, em parceria com a produtora paulistana Pipoca Cultural

Idealização e direção geral: Simone Pompeo

Coreografia: Elka Victorino

Dance captain: Gabriel Tavares

Direção Musical: Adonys Aguiar

Timbragem Vocal: Laura Pompeo

Cenógrafo: Ló Ferreira

Figurinos: Simone Pompeo/ Roberto Pinheiro/Viva Festas e Fantasias

E grande elenco

 Serviço:

Musical infantil “A Loja dos Brinquedos Encantados”

Local: Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros (anexo à ALMT)

Informações: (65) 99809-3887 (Helouise)

Datas:

Segunda-feira (23), às 13h30: Gratuito para escolas públicas previamente agendadas

Sessões para escolas particulares:

Segunda-feira (23), às 15h30, e terça-feira (24), às 10h e às 15h

Agendamentos: (65) 99809-3887 (Helouise)

Sessão aberta ao público geral

Terça-feira, às 20h

Ingressos: a partir de R$40,00

Vendas on-line: https://ingressos.setenove.com.br/comprar-ingresso/a-loja-dos-brinquedos-encantados-3747

Cupom de desconto: aloja15

Fonte: ALMT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Política MT

ALMT debate soluções para regularização fundiária e moradia de famílias do Silvanópolis e Paraisópolis

Published

on

Com plenário e galerias lotados, moradores dos bairros Silvanópolis e Paraisópolis acompanharam, nesta quinta-feira (14), no Plenário das Deliberações Deputado Renê Barbour, na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), audiência pública que discutiu os impactos de uma decisão judicial relacionada à desocupação de áreas na região das Águas Nascentes, em Cuiabá. Entre crianças, idosos, trabalhadores, pais e mães de famílias, o sentimento predominante era de insegurança diante da possibilidade de perder as próprias casas.

A audiência foi convocada pelo presidente da ALMT, Max Russi (Pode), e pela vereadora Katiuscia Manteli (Pode), após sentença relacionada a uma ação civil pública ambiental que tramita há mais de 13 anos e envolve áreas conhecidas como Águas Nascentes.

Durante o encontro, moradores relataram medo de uma desocupação sem planejamento habitacional. Muitos acompanharam o debate segurando cartazes com pedidos de socorro, além de documentos e comprovantes de residência, enquanto buscavam respostas sobre o alcance da decisão judicial e o futuro das famílias que vivem na região há mais de duas décadas.

Segundo Katiuscia, atualmente mais de 1,5 mil famílias vivem nas áreas atingidas pela sentença. A vereadora afirmou que a audiência foi convocada para reunir os órgãos envolvidos e esclarecer quais medidas deverão ser adotadas.

“A principal intenção dessa audiência é que as famílias tenham respostas. Precisamos entender quantas famílias realmente precisarão ser realocadas, quais áreas podem ser regularizadas e quais encaminhamentos serão adotados pelo poder público”, afirmou.

Ao final da audiência, Katiuscia informou que o próximo passo será uma reunião com o Governo do Estado para discutir soluções conjuntas para a área. Segundo ela, o principal objetivo foi reduzir a insegurança das famílias diante das informações que circulavam sobre despejos imediatos.

Foto: Helder Faria

“O maior medo das famílias era acordar com máquinas derrubando as casas. Hoje elas saem daqui mais tranquilas, sabendo que haverá estudos e discussão antes de qualquer decisão”, disse.

O presidente da Assembleia Legislativa destacou que a Casa acompanhará o caso por meio da Procuradoria da ALMT e reforçou a necessidade de acelerar os processos de regularização fundiária no estado.

Leia Também:  Inverno começa nesta semana com temperaturas acima da média

“A regularização fundiária é uma das grandes demandas do estado, tanto na área urbana quanto rural. Precisamos avançar de forma mais rápida para garantir segurança jurídica e dignidade às famílias”, declarou Max Russi.

Após a audiência, o parlamentar afirmou que pretende discutir o tema diretamente com o governador do estado, além de reunir representantes do município, Ministério Público, Defensoria Pública, Intermat e lideranças comunitárias para avançar nos encaminhamentos.

“Existe uma preocupação ambiental que precisa ser respeitada, principalmente nas áreas de nascente e de risco. Mas também existem áreas livres onde é possível buscar soluções para essas famílias permanecerem próximas da região onde vivem hoje”, afirmou.

O deputado Wilson Santos (PSD) também participou da audiência e afirmou que os moradores podem contar com o apoio da Assembleia Legislativa, desde que sejam respeitadas as restrições das áreas consideradas de risco e de desmoronamento. Segundo ele, as famílias que precisarem deixar essas áreas não podem ficar desabrigadas e deverão ter alternativas habitacionais.

Representante da Associação Comunitária de Habitação do Estado de Mato Grosso, Emídio de Souza defendeu que grande parte da área pode ser regularizada e afirmou que as remoções deveriam atingir apenas famílias instaladas em locais de erosão e às margens dos córregos.

“Existe possibilidade de regularização para grande parte das famílias. O que defendemos é que apenas as áreas de risco e de preservação permanente sejam desocupadas, com planejamento e reassentamento adequado”, disse.

Ele também criticou a ausência de projetos habitacionais para remanejamento das famílias e lembrou que a ocupação da região começou no fim da década de 1990.

Presidente do bairro Silvanópolis, Jurandir Souza afirmou que os moradores foram surpreendidos pela sentença judicial e relatou que a comunidade aguardava estudos técnicos que poderiam apontar soluções para permanência de parte das famílias.

“Hoje são cerca de 1.500 famílias vivendo ali. Tem idosos, cadeirantes, muitas crianças. A expectativa sempre foi de regularização, por ser uma área do estado”, afirmou.

Leia Também:  Comissão Especial de Observatório Socioeconômico discute ações para enfrentamento a incêndios no Pantanal

Já o presidente do Paraisópolis, Mário Domingos da Silva, relatou apreensão diante da possibilidade de retirada em massa dos moradores.

“As famílias querem saber para onde vão. Tem muita gente vivendo ali há mais de 20 anos e que construiu toda a vida naquela região”, declarou.

Durante a audiência, o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), defendeu a criação de um termo de ajustamento de conduta (TAC) envolvendo município e Governo do Estado para viabilizar moradias às famílias que precisarem ser removidas das áreas de risco.

Segundo o prefeito, moradores localizados às margens dos córregos e em áreas sujeitas a desmoronamentos precisarão ser realocados por questões de segurança e legislação ambiental.

“Nós precisamos realocar quem está em área de risco e garantir que essas famílias tenham destino adequado, sem simplesmente retirar as pessoas sem alternativa habitacional”, afirmou.

Abilio também defendeu estudos ambientais para redefinir áreas passíveis de regularização fundiária e sugeriu a transformação de parte da região em zona de interesse social para habitação.

Representando a Promotoria de Defesa Ambiental e da Ordem Urbanística de Cuiabá, Carlos Eduardo Silva afirmou que o Ministério Público buscará uma solução que concilie preservação ambiental e dignidade das famílias.

“Precisamos encontrar a solução menos dolorosa possível, conciliando os interesses ambientais existentes na área com a realidade das famílias que vivem ali”, afirmou.

Segundo o promotor, a ocupação da região voltou a crescer após um processo de reassentamento realizado há cerca de 20 anos e a situação atual exige atuação conjunta dos órgãos públicos para cumprimento da decisão judicial e construção de alternativas habitacionais.

A audiência reuniu representantes do Ministério Público, Defensoria Pública, Tribunal de Contas do Estado, Governo de Mato Grosso, Prefeitura de Cuiabá, vereadores e lideranças comunitárias. Entre os encaminhamentos definidos estão a realização de novas reuniões com o Governo do Estado, estudos técnicos sobre as áreas ocupadas e a construção de alternativas para regularização fundiária e reassentamento das famílias localizadas em áreas de risco ambiental.

Fonte: ALMT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

Cuiabá

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA