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Polícia Civil conclui investigação sobre suposta escuta clandestina em gabinete da prefeita de VG

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A Polícia Civil concluiu a investigação que apurava a suspeita de instalação de equipamento de escuta clandestina no gabinete da prefeita do município de Várzea Grande.

O caso passou a ser investigado após indícios identificados durante procedimentos internos realizados na sede da administração municipal.

O procedimento investigativo, conduzido pela Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande, apurou que os aparelhos apreendidos se tratavam de campainhas sem fio de uso residencial.

Conforme laudo pericial, os dispositivos são destinados à transmissão pontual de sinais digitais de curto alcance, não possuindo componentes capazes de realizar captação de áudio, imagem ou dados ambientais, tampouco apresentando capacidade relevante de armazenamento de dados.

Com base nos dados técnicos, que concluíram que os aparelhos não apresentam características compatíveis com dispositivos de espionagem ou monitoramento de informações, o delegado da Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande, Ruy Guilherme Peral da Silva, finalizou as diligências.

“Considerando que não há outras informações concretas acerca da suposta prática de atos clandestinos de captação ambiental no gabinete da Prefeitura Municipal de Várzea Grande, as diligências foram encerradas”, declarou o delegado.

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Após o arquivamento do procedimento investigativo, os autos foram remetidos, com cópia, à Procuradoria Municipal de Várzea Grande.

O caso

No dia 20 de março, o comunicante, que é guarda municipal em Várzea Grande e exerce atividades no comando da Guarda Municipal, relatou que, durante vistoria realizada no gabinete da Prefeitura, foram encontrados supostos dispositivos de captação ambiental clandestina.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil deflagra operação que investiga esquema de adulteração de cargas em Mato Grosso

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A Polícia Civil deflagrou, nesta quarta-feira (13.5), a Operação Rota Estéril, voltada ao aprofundamento das investigações sobre um esquema criminoso de adulteração de cargas de fertilizantes destinadas a propriedades rurais do Mato Grosso.

A operação cumpriu três mandados de busca e apreensão no Estado do Paraná, com o objetivo de reunir novos elementos de informação sobre a atuação do grupo investigado, que teria promovido a adulteração de cargas durante o trajeto logístico entre o fornecedor e o destinatário final. As ordens judiciais foram expedidas pelo Juiz das Garantias da Comarca de Cuiabá.

As apurações, desencadeadas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis, tiveram início após a comunicação de suspeita de fraude envolvendo cargas de sulfato de amônio transportadas para Mato Grosso. Após a entrega do produto, foram identificados indícios de alteração da carga, posteriormente reforçados por análises técnicas.

Durante as investigações, a equipe da Derf localizou o caminhão utilizado no transporte em Rondonópolis. Na ocasião, o motorista foi preso em flagrante pelo crime de receptação qualificada no exercício de atividade comercial. Segundo os elementos apurados, ele teria recebido vantagem financeira para permitir a adulteração da carga em um barracão situado na região metropolitana de Curitiba.

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O avanço das diligências revelou indícios de uma estrutura criminosa mais ampla, com possível uso de empresas de fachada, endereços fictícios, informações cadastrais inconsistentes e mecanismos voltados à ocultação patrimonial e lavagem de dinheiro.

Até o momento, os elementos reunidos apontam para a possível prática dos crimes de associação criminosa, fraude envolvendo cargas, receptação, lavagem de dinheiro e ocultação de bens.

A Derf de Rondonópolis segue com as investigações para identificar outros envolvidos, delimitar a extensão do esquema e apurar a eventual atuação do grupo criminoso em outros estados.

Nome da Operação

A “Operação Rota Estéril” faz referência ao impacto potencial da adulteração de fertilizantes. A expressão remete à rota criminosa capaz de comprometer a qualidade do adubo e, em consequência, afetar a fertilidade do solo mato-grossense, com risco de prejuízos expressivos ao produtor rural, ao agronegócio e à cadeia produtiva.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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