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Formação Encantar – Segundo dia aprofunda criatividade, método e soluções centradas no cidadão

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O segundo dia da “Formação de Laboratoristas – Encantar” ampliou a imersão dos participantes em processos práticos de inovação. As atividades aprofundaram o uso da abordagem Design Thinking, reforçando que a inovação no setor público nasce do movimento divergir para depois convergir, e não de ideias aleatórias. A partir da técnica Matriz C&D, voltada à reflexão de certezas e desafios, foram aplicadas para estruturar problemas, gerar ideias e construir caminhos possíveis.

Ao longo das dinâmicas, magistrados(as) e servidores(as) foram estimulados a compreender o usuário, identificar dores reais e cocriar soluções para comunicação, experiência do usuário e justiça digital. A proposta é formar profissionais capazes de atuar com método, empatia e foco no impacto.

A iniciativa é conduzida pelos instrutores José Faustino Macedo de Souza Ferreira, juiz de Direito do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) e membro do Comitê Gestor da Inovação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e João Guilherme de Melo Peixoto, servidor do TJPE. “O laboratorista detém metodologias e técnicas capazes de, diante de um problema apresentado, resolver de forma qualificada. Trabalhamos com cocriação e foco no usuário, construindo soluções conectadas ao que a sociedade precisa do serviço público”, disse o magistrado.

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Ele lembrou que a Resolução n° 395 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) orienta os tribunais a capacitarem pessoas para conduzir processos de inovação. “O curso traz as metodologias possíveis para execução dentro dos laboratórios, em um ambiente seguro para testar e desenvolver soluções antes de levar para fora”, apontou. “A construção do pensamento inovador parte de uma transformação interna. Independentemente do cargo ou do tempo de serviço, cada pessoa pode ser um agente de transformação no Judiciário. Queremos ao final potencializarmos advogados e advogadas de marca”, complementou João Guilherme.

Para a juíza coordenadora do Laboratório de Inovação, Josiane Quinto Antunes, a formação trará um potencial transformador ao Judiciário mato-grossense. “Este curso forma laboratoristas, pessoas que aprendem metodologias inovadoras para repensar nossos processos e a forma como impactamos pessoas. Vamos sair daqui com novos projetos construídos por todos”.

A diretora do Departamento de Saúde, Neucimeire Oliveira, avaliou a experiência como inspiradora. “Cheguei com expectativa e estou cada vez mais encantada. Já consigo visualizar como aplicar essas ferramentas na minha área. Estamos saindo da caixinha e pensando diferente”.

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Autor: Talita Ormond

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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