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Campanha ‘Agir Salva Vidas’ supera expectativas e envia doações ao Rio Grande do Sul

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A campanha “Agir Salva Vidas”, promovida pelo Poder Judiciário de Mato Grosso, em apoio às famílias do Rio Grande do Sul, afetadas pelas enchentes dos últimos dias, demonstrou um exemplo inspirador de mobilização e solidariedade de magistrados, servidores e sociedade. A iniciativa, liderada pela Coordenadoria de Gestão de Pessoas do TJMT (CGP), contou com quatro pontos de coleta distribuídos em Cuiabá e Várzea Grande (anexo do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, Fórum de Cuiabá, Complexo dos Juizados Especiais e Fórum de Várzea Grande).
 
A resposta à iniciativa superou as expectativas, refletindo o comprometimento e a empatia de todos frente às necessidades urgentes das famílias afetadas no sul do país. Entre os itens solicitados para doação estiveram água potável, alimentos não perecíveis, cobertores, roupas e materiais de higiene e limpeza. “Estamos bastante felizes. Houve uma adesão muito grande dos magistrados, servidores e da população em geral. Foram contribuições em apoio a essas pessoas que estão precisando tanto nesse momento.
 
Estamos muito emocionados”, diz Neucimeire Oliveira, diretora do Departamento de Saúde do Tribunal de Justiça, vinculado à CGP.
 
A gestora-geral do Fórum de Cuiabá, Gicelda Rosa Fernandes da Silva, apontou que campanha não só alcançou o objetivo de arrecadar uma quantidade significativa de doações, como também fortaleceu o senso de comunidade e cooperação. “Tenho gratidão pelos juízes, servidores, assessores e à população que nos ajudaram muito nessas campanhas. Só tenho agradecer. Todos estão querendo ajudar”.
 
Já a gestora administrativa do Complexo de Juizados Especiais, Maria de Lourdes Duarte, destacou a percepção dos doadores para o envio de itens adicionais aos solicitados. “Além dos mantimentos, roupas e materiais de higiene pessoal, recebemos a doação de fraldas infantis, ração para pets, achei muito interessante como o pessoal foi cuidadoso”.
 
Esse zelo também foi percebido nas roupas e calçados, armazenados em sacos plásticos pretos, que foram devidamente identificados para facilitar o trabalho da triagem, além da disposição de itens em caixas. “É bom saber que, hoje em dia, mesmo com pouco, todo mundo tem ainda para doar”, completou Maria de Lourdes.
 
O mesmo cenário foi identificado no Fórum de Várzea Grande. “Nós, brasileiros, temos coração bom. Os últimos dias foram fantásticos, pois recebemos muitas doações. Fico emocionada porque são pessoas que estão precisando muito, já que perderam tudo, mas Deus está provendo. Somos muito gratos às pessoas que estão doando”, relata Avair Rebeka de Souza Nascimento, gestora administrativa que integra a Justiça Comunitária de Várzea Grande.
 
Outro aspecto que chamou atenção foi a sensibilização com a doação expressiva de roupas de cama, cobertores e roupas de inverno, essenciais aos moradores da região do país. Essa corrente do bem mostra que ações conjuntas podem fazer uma grande diferença na vida de muitas pessoas, reafirmando a importância e o impacto positivo de iniciativas solidárias. “Gostaria muito de agradecer aos postos de coleta que nos apoiaram. Agradecer ao Tribunal de Justiça, às nossas coordenadorias, à nossa direção como um todo, assim como ao Fórum de Cuiabá, ao Complexo de Juizados Especiais e ao Fórum de Várzea Grande. Obrigada porque, em todos os momentos, fomos atendidos e tivemos apoio. E assim hoje estamos conseguindo enviar todas essas contribuições”, afirma Neucimeire.
 
As doações arrecadadas pela campanha “Agir Salva Vidas” foram encaminhadas à Base Comunitária de Segurança Integrada do Araés, em Cuiabá, (10º Batalhão da PMMT) para posterior envio ao Estado do Rio Grande do Sul.
 
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Imagem 1: Foto em plano aberto que mostra o saguão do prédio anexo do TJMT repleto de doações, como garrafas de água mineral, fardos de papel higiênico, alimentos não perecíveis, sacos com roupas e calçados, entre outros. Foto 2: Foto em plano aberto que mostra uma sala cheia de sacos plásticos com doações. Todos estão identificados com papéis onde se lê o tipo de doação, como calçados masculinos, roupa de bebê, roupas femininas, entre outras classificações. Foto 3: Em frente ao prédio anexo do TJMT, uma van do Poder Judiciário está estacionada com várias doações na parte de dentro. Ao lado do veículo, saindo do prédio, um funcionário empurra um carrinho com mais doações para serem transportadas.
 
 

Talita Ormond/ Fotos: Alair Ribeiro e Ednilson Aguiar
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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