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Resident Evil 4 é o jogo mais baixado no PlayStation; confira a lista

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Resident Evil 4 é líder no PS4 e no PS5
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Resident Evil 4 é líder no PS4 e no PS5

Resident Evil 4 foi o jogo mais baixado no PS4 e no PS5 durante o mês de março, de acordo com a Sony. O remake, lançado no mês, fez bastante sucesso em ambos os consoles, ultrapassando games como FIFA 23 e F1 22.

FIFA 23 foi o segundo jogo mais baixado em ambos os consoles, enquanto F1 22 assumiu o terceiro lugar no PlayStation 4 e o quarto lugar no PlayStation 5.

Outros games que assumiram posições de liderança foram Hogwarts Legacy, Minecraft e Red Dead Redemption 2. A seguir, confira as listas completas.

Jogos mais baixados no PS5 em março

  1. Resident Evil 4
  2. FIFA 23
  3. Hogwarts Legacy
  4. F1 22
  5. Call of Duty: Modern Warfare II
  6. Grand Theft Auto V
  7. Resident Evil 3
  8. Star Wars Jedi: Fallen Order
  9. NBA 2K23
  10. Wo Long: Fallen Dynasty
  11. Resident Evil Village
  12. Resident Evil 2
  13. Dragon Ball Z: Kakarot
  14. FAR CRY 6
  15. Assassin’s Creed Valhalla
  16. Diablo II: Resurrected
  17. The Last of Us Part I
  18. Cyberpunk 2077
  19. MONSTER HUNTER RISE
  20. Metro Exodus
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Jogos mais baixados no PS4 em março

  1. Resident Evil 4
  2. FIFA 23
  3. F1 22
  4. Red Dead Redemption 2
  5. Minecraft
  6. NBA 2K23
  7. Grand Theft Auto V
  8. Star Wars Jedi: Fallen Order
  9. Far Cry 5
  10. The Last of Us Part II
  11. CUPHEAD
  12. Outlast 2
  13. EA Sports UFC 4
  14. Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm 4
  15. Injustice 2
  16. Resident Evil 6
  17. Resident Evil 3
  18. God of War
  19. Call of Duty: Modern Warfare II
  20. Bully

Fonte: Tecnologia

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; entenda

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira
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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira

O Google está atualmente desenvolvendo uma ferramenta de IA generativa, projetada para auxiliar jornalistas em seu trabalho. Denominada “Genesis”, a plataforma tem como objetivo absorver informações detalhadas sobre eventos recentes e produzir notícias.

Segundo uma reportagem do The New York Times, o Google fez uma apresentação da ferramenta Genesis para executivos de alguns dos principais jornais dos Estados Unidos, incluindo o próprio NYT, o The Washington Post e a News Corp, empresa detentora do The Wall Street Journal. A apresentação revelou detalhes sobre o funcionamento da ferramenta de IA generativa voltada para auxiliar jornalistas em suas atividades.

Representante do Google, Jean Crider afirmou que “estamos em estágios iniciais de ideias para fornecer ferramentas de IA que auxiliem os jornalistas em seus trabalhos”, enfatizando a intenção de estabelecer parcerias com editores de notícias no desenvolvimento da iniciativa.

De acordo com pessoas que estiveram presentes na apresentação, o Google tem a convicção de que a IA poderá atuar como uma assistente no trabalho de jornalistas, automatizando o processo de produção de notícias.

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Contudo, nem todos ficaram completamente convencidos com a abordagem do Google. Alguns executivos, que preferiram manter o anonimato, revelaram ao New York Times que a proposta da IA desvaloriza os esforços dos profissionais da área em termos de apuração e produção de notícias.

Atualmente, alguns veículos de comunicação já estão empregando Inteligências Artificiais generativas para criar conteúdo, porém, as publicações de notícias têm sido cautelosas em sua adoção, principalmente devido a preocupações relacionadas à tendência da tecnologia de gerar informações factualmente incorretas.

Pesquisa feita por cientistas que atuam em Stanford e Berkeley revelou que os modelos de linguagem desenvolvidos pela OpenAI apresentaram alterações significativas em seu desempenho ao longo de alguns meses.

Os pesquisadores constataram que a precisão das respostas geradas pareceu diminuir com o passar do tempo, corroborando os relatos de usuários sobre as versões mais recentes do software apresentando uma aparente “queda de inteligência”. Usuários têm relatado há mais de um mês a percepção de uma queda na qualidade da plataforma.

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O Google liberou semana passada o acesso ao Bard no Brasil . A ferramenta, que concorre diretamente com o ChatGPT, está disponível em 40 idiomas, incluindo o português brasileiro.

O Bard funciona de forma bastante similar ao ChatGPT, conseguindo responder perguntas, resumir textos, dar ideias sobre diversos assuntos, escrever e-mails e muito mais.

Fonte: Tecnologia

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