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Instagram e Facebook revelam como IA afeta o feed; saiba controlar

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Meta lança recursos para controlar as redes sociais
Unsplash/Dima Solomin

Meta lança recursos para controlar as redes sociais

A Meta revelou nesta quinta-feira (29) alguns detalhes sobre como a inteligência artificial (IA) dos algoritmos do Facebook e do Instagram influenciam os conteúdos que os usuários têm acesso. Além disso, a empresa também anunciou algumas novas ferramentas para as pessoas terem mais controle sobre o que veem.

Em uma publicação no blog da Meta, o presidente de assuntos globais da empresa, Nick Clegg, disse que a IA é usada, de modo geral, para “tornar mais provável que as postagens que você vê sejam relevantes e interessantes para você”.

Para determinar qual é o gosto de uma pessoa, os algoritmos das redes sociais (são vários para cada uma delas) levam em consideração o que a Meta chama de sinais. Esses sinais podem ser publicações que você curtiu anteriormente, usuários com quem costuma interagir, tipos de conteúdo que costuma compartilhar ou conteúdos que estão viralizando.

“Usamos uma ampla variedade de previsões combinadas para chegar o mais próximo possível do conteúdo certo, incluindo algumas baseadas no comportamento e outras baseadas no feedbacks de usuários recebidos por meio de pesquisas”, explica Nick.

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No final de maio, o chefe do Instagram, Adam Mosseri, já havia publicado um artigo explicando como os algoritmos da rede social funcionam . Na plataforma, há um sistema de IA diferente para cada aba, como Feed, Reels, Stories e Explorar.

Cada algoritmo leva em consideração sinais diferentes. Enquanto os Reels priorizam sinais como a popularidade de um vídeo, os Stories priorizam sinais como a interação entre os usuários. Isso porque o Instagram entende que a finalidade dos recursos são diferentes – os Stories aproximam amigos e familiares, enquanto os Reels focam em novos conteúdos divertidos para passar o tempo.

Como controlar o que você vê no Facebook e no Instagram

Além de revelar alguns detalhes sobre o funcionamento das redes sociais, a Meta também anunciou nesta quinta-feira algumas novidades para que os usuários tenham mais controle sobre os conteúdos que veem nas plataformas.

Atualmente, já existe um recurso chamado “Por que estou vendo isso?” nos anúncios no Facebook e no Instagram, assim como em algumas publicações do Feed em ambas as redes sociais. Nas próximas semanas, esse recurso também estará disponível nos Reels (Facebook e Instagram) e na aba Explorar (Instagram).

Com essa ferramenta, é possível entender quais sinais foram usados para que um conteúdo fosse mostrado para você. Ao clicar no aviso “Por que estou vendo isso?” em um vídeo do Reels, o usuário pode ser informado que aquele conteúdo é mostrado porque ele assistiu a um vídeo similar recentemente, curtiu uma publicação similar e interagiu com o criador de conteúdo, por exemplo.

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Outro recurso que a Meta vai lançar em breve para o Instagram é a possibilidade de marcar quais Reels te interessam. Atualmente, já é possível sinalizar se você não gostou de um vídeo no Reels (basta clicar nos três pontinhos no vídeo e tocar em “Não tenho interesse”). Essa informação será levada em consideração pelo algoritmo para recomendar novos conteúdos a você no futuro.

Ainda em fase de testes, a novidade na qual o Instagram trabalha é a possibilidade do usuário sinalizar também vídeos pelos quais ele tem interesse, ajudando o algoritmo a acertar as sugestões.

Fonte: Tecnologia

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; entenda

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira
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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira

O Google está atualmente desenvolvendo uma ferramenta de IA generativa, projetada para auxiliar jornalistas em seu trabalho. Denominada “Genesis”, a plataforma tem como objetivo absorver informações detalhadas sobre eventos recentes e produzir notícias.

Segundo uma reportagem do The New York Times, o Google fez uma apresentação da ferramenta Genesis para executivos de alguns dos principais jornais dos Estados Unidos, incluindo o próprio NYT, o The Washington Post e a News Corp, empresa detentora do The Wall Street Journal. A apresentação revelou detalhes sobre o funcionamento da ferramenta de IA generativa voltada para auxiliar jornalistas em suas atividades.

Representante do Google, Jean Crider afirmou que “estamos em estágios iniciais de ideias para fornecer ferramentas de IA que auxiliem os jornalistas em seus trabalhos”, enfatizando a intenção de estabelecer parcerias com editores de notícias no desenvolvimento da iniciativa.

De acordo com pessoas que estiveram presentes na apresentação, o Google tem a convicção de que a IA poderá atuar como uma assistente no trabalho de jornalistas, automatizando o processo de produção de notícias.

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Contudo, nem todos ficaram completamente convencidos com a abordagem do Google. Alguns executivos, que preferiram manter o anonimato, revelaram ao New York Times que a proposta da IA desvaloriza os esforços dos profissionais da área em termos de apuração e produção de notícias.

Atualmente, alguns veículos de comunicação já estão empregando Inteligências Artificiais generativas para criar conteúdo, porém, as publicações de notícias têm sido cautelosas em sua adoção, principalmente devido a preocupações relacionadas à tendência da tecnologia de gerar informações factualmente incorretas.

Pesquisa feita por cientistas que atuam em Stanford e Berkeley revelou que os modelos de linguagem desenvolvidos pela OpenAI apresentaram alterações significativas em seu desempenho ao longo de alguns meses.

Os pesquisadores constataram que a precisão das respostas geradas pareceu diminuir com o passar do tempo, corroborando os relatos de usuários sobre as versões mais recentes do software apresentando uma aparente “queda de inteligência”. Usuários têm relatado há mais de um mês a percepção de uma queda na qualidade da plataforma.

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O Google liberou semana passada o acesso ao Bard no Brasil . A ferramenta, que concorre diretamente com o ChatGPT, está disponível em 40 idiomas, incluindo o português brasileiro.

O Bard funciona de forma bastante similar ao ChatGPT, conseguindo responder perguntas, resumir textos, dar ideias sobre diversos assuntos, escrever e-mails e muito mais.

Fonte: Tecnologia

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