A Apple liberou nesta semana o iOS 16.4, versão atualizada do sistema operacional para iPhones. Dentre as novidades, estão novos emojis , melhorias em notificações e chamadas e a possibilidade de usaro o 5G “puro”.
Com a nova versão do iOS, os iPhones podem usar a rede 5G Standalone (SA), também conhecido como “pura”. Esta é a rede que usa infraestrutura e faixa de frequência destinadas exclusivamente à quinta geração de internet móvel, e é o 5G que vem sendo liberado gradualmente no Brasil.
Anteriormente, os iPhones só tinham acesso ao 5G Non-Standalone (NSA), que usa a faixa de frequência do 4G para distribuir o que seria o 5G, mas sem um espectro dedicado. Por isso, o 5G NSA é conhecido como “impuro”. Apesar de não atingir as velocidades do 5G SA, o NSA já tem velocidade bastante superior à do 4G.
O iOS 16.4 vai permitir que iPhones com hardware compatível utilizem o 5G “puro”. Poderão usar a novidade os usuários das linhas iPhone 12, iPhone 13, iPhone 14 e iPhone SE (2022).
A disponibilidade, porém, depende da localidade de cada usuário. Embora o 5G já tenha sido liberado em várias cidades brasileiras, sua cobertura ainda não é completa e depende das instalações das operadoras de telefonia.
Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira
O Google está atualmente desenvolvendo uma ferramenta de IA generativa, projetada para auxiliar jornalistas em seu trabalho. Denominada “Genesis”, a plataforma tem como objetivo absorver informações detalhadas sobre eventos recentes e produzir notícias.
Segundo uma reportagem do The New York Times, o Google fez uma apresentação da ferramenta Genesis para executivos de alguns dos principais jornais dos Estados Unidos, incluindo o próprio NYT, o The Washington Post e a News Corp, empresa detentora do The Wall Street Journal. A apresentação revelou detalhes sobre o funcionamento da ferramenta de IA generativa voltada para auxiliar jornalistas em suas atividades.
Representante do Google, Jean Crider afirmou que “estamos em estágios iniciais de ideias para fornecer ferramentas de IA que auxiliem os jornalistas em seus trabalhos”, enfatizando a intenção de estabelecer parcerias com editores de notícias no desenvolvimento da iniciativa.
De acordo com pessoas que estiveram presentes na apresentação, o Google tem a convicção de que a IA poderá atuar como uma assistente no trabalho de jornalistas, automatizando o processo de produção de notícias.
Contudo, nem todos ficaram completamente convencidos com a abordagem do Google. Alguns executivos, que preferiram manter o anonimato, revelaram ao New York Times que a proposta da IA desvaloriza os esforços dos profissionais da área em termos de apuração e produção de notícias.
Atualmente, alguns veículos de comunicação já estão empregando Inteligências Artificiais generativas para criar conteúdo, porém, as publicações de notícias têm sido cautelosas em sua adoção, principalmente devido a preocupações relacionadas à tendência da tecnologia de gerar informações factualmente incorretas.
Os pesquisadores constataram que a precisão das respostas geradas pareceu diminuir com o passar do tempo, corroborando os relatos de usuários sobre as versões mais recentes do software apresentando uma aparente “queda de inteligência”. Usuários têm relatado há mais de um mês a percepção de uma queda na qualidade da plataforma.
O Bard funciona de forma bastante similar ao ChatGPT, conseguindo responder perguntas, resumir textos, dar ideias sobre diversos assuntos, escrever e-mails e muito mais.
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