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Wilson Santos destina cerca de R$ 2 milhões para saúde, educação e infraestrutura de Rosário Oeste

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Wilson Santos visita a comunidade Taboão e destina R$ 350 mil

Wilson Santos visita a comunidade Taboão e destina R$ 350 mil

Foto: SAMANTHA DOS ANJOS/Assessoria de Gabinete

O deputado estadual Wilson Santos (PSD) anunciou, nesta segunda-feira (26), a destinação de aproximadamente R$ 2 milhões em emendas parlamentares para o município de Rosário Oeste. O anúncio foi feito durante visita institucional à cidade, com agendas na área da educação e encontros com lideranças locais – acompanhado do prefeito Mariano Balabam (PSB) e ao vereador Paulo Augusto (PSB).

Do montante total, o parlamentar esteve na comunidade do Taboão, no bairro Nossa Senhora da Piedade, com as lideranças políticas e oficializou uma emenda no valor de R$ 350 mil para a construção de um centro de eventos sociais no local. O espaço será destinado à realização de atividades comunitárias, culturais e sociais.

Durante a participação na 1° Jornada Pedagógica 2026 do município, que reuniu autoridades e profissionais da educação do município, Wilson Santos também anunciou a destinação de R$ 1 milhão para o fortalecimento da educação, com investimentos voltados à melhoria da estrutura e das condições de ensino na rede municipal. Além disso, ele confirmou uma emenda no valor de R$ 600 mil para a área da saúde, destacando que os recursos já estão disponíveis nos cofres da Prefeitura.

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“O dinheiro já está no caixa da prefeitura municipal. Os profissionais da educação têm a missão de transmitir conhecimento e preparar o cidadão para o mundo. Quanto mais investimos em educação, mais fortalecemos essa área que transforma vidas. Também estamos garantindo mais uma emenda para a comunidade do Taboão, com a construção de um centro de múltiplo uso para festas, casamentos, batizados e ações sociais”, afirmou o deputado.

Na oportunidade, o parlamentar convidou o prefeito Mariano Balabam para uma nova reunião, com o objetivo de discutir novas emendas parlamentares para o exercício de 2026. “Estou há mais de 30 anos atuando em Rosário Oeste. Fiz e vou continuar fazendo muito mais por esse município, pelo qual tenho grande apreço e carinho”, declarou o deputado.

O vereador Paulo Augusto agradeceu o apoio e ressaltou a importância da parceria institucional. “Agradeço ao Wilson por essa emenda. Ele realmente vem ajudando Rosário Oeste. Foi muito difícil, mas graças a Deus conseguimos esse recurso para a saúde, educação e para o nosso grandioso bairro Taboão. Agradeço também ao prefeito Mariano pelo empenho. O vereador sem o prefeito não é ninguém, assim como o apoio do deputado na Assembleia Legislativa tem sido fundamental”, pontuou.

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Já o prefeito Mariano Balabam destacou a união entre os poderes. “A união faz a força. Ninguém consegue trabalhar sozinho, principalmente para manter a educação do município. Muito obrigado, Wilson, por ajudar o bairro Taboão, formado por pessoas humildes que realmente precisavam desse recurso. Agradeço em nome do povo rosariense. Pode ter certeza de que tudo o que é feito pela nossa gente nunca é esquecido”, afirmou.

Histórico – Presente em Rosário Oeste desde 1995, Wilson Santos construiu, ao longo de seus 30 anos de vida pública, uma trajetória marcada por investimentos estruturantes no município. Entre as principais ações estão o apoio à reforma agrária, a destinação de recursos para saúde e educação, com aquisição de ambulâncias e ônibus escolares, além de obras de pavimentação asfáltica, construção de quadras poliesportivas, avanços na regularização fundiária, entrega de equipamentos para a agricultura familiar e apoio contínuo a projetos sociais e comunitários que contribuem para o desenvolvimento e a qualidade de vida da população rosariense.

Fonte: ALMT – MT

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ALMT debate soluções para regularização fundiária e moradia de famílias do Silvanópolis e Paraisópolis

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Com plenário e galerias lotados, moradores dos bairros Silvanópolis e Paraisópolis acompanharam, nesta quinta-feira (14), no Plenário das Deliberações Deputado Renê Barbour, na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), audiência pública que discutiu os impactos de uma decisão judicial relacionada à desocupação de áreas na região das Águas Nascentes, em Cuiabá. Entre crianças, idosos, trabalhadores, pais e mães de famílias, o sentimento predominante era de insegurança diante da possibilidade de perder as próprias casas.

A audiência foi convocada pelo presidente da ALMT, Max Russi (Pode), e pela vereadora Katiuscia Manteli (Pode), após sentença relacionada a uma ação civil pública ambiental que tramita há mais de 13 anos e envolve áreas conhecidas como Águas Nascentes.

Durante o encontro, moradores relataram medo de uma desocupação sem planejamento habitacional. Muitos acompanharam o debate segurando cartazes com pedidos de socorro, além de documentos e comprovantes de residência, enquanto buscavam respostas sobre o alcance da decisão judicial e o futuro das famílias que vivem na região há mais de duas décadas.

Segundo Katiuscia, atualmente mais de 1,5 mil famílias vivem nas áreas atingidas pela sentença. A vereadora afirmou que a audiência foi convocada para reunir os órgãos envolvidos e esclarecer quais medidas deverão ser adotadas.

“A principal intenção dessa audiência é que as famílias tenham respostas. Precisamos entender quantas famílias realmente precisarão ser realocadas, quais áreas podem ser regularizadas e quais encaminhamentos serão adotados pelo poder público”, afirmou.

Ao final da audiência, Katiuscia informou que o próximo passo será uma reunião com o Governo do Estado para discutir soluções conjuntas para a área. Segundo ela, o principal objetivo foi reduzir a insegurança das famílias diante das informações que circulavam sobre despejos imediatos.

Foto: Helder Faria

“O maior medo das famílias era acordar com máquinas derrubando as casas. Hoje elas saem daqui mais tranquilas, sabendo que haverá estudos e discussão antes de qualquer decisão”, disse.

O presidente da Assembleia Legislativa destacou que a Casa acompanhará o caso por meio da Procuradoria da ALMT e reforçou a necessidade de acelerar os processos de regularização fundiária no estado.

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“A regularização fundiária é uma das grandes demandas do estado, tanto na área urbana quanto rural. Precisamos avançar de forma mais rápida para garantir segurança jurídica e dignidade às famílias”, declarou Max Russi.

Após a audiência, o parlamentar afirmou que pretende discutir o tema diretamente com o governador do estado, além de reunir representantes do município, Ministério Público, Defensoria Pública, Intermat e lideranças comunitárias para avançar nos encaminhamentos.

“Existe uma preocupação ambiental que precisa ser respeitada, principalmente nas áreas de nascente e de risco. Mas também existem áreas livres onde é possível buscar soluções para essas famílias permanecerem próximas da região onde vivem hoje”, afirmou.

O deputado Wilson Santos (PSD) também participou da audiência e afirmou que os moradores podem contar com o apoio da Assembleia Legislativa, desde que sejam respeitadas as restrições das áreas consideradas de risco e de desmoronamento. Segundo ele, as famílias que precisarem deixar essas áreas não podem ficar desabrigadas e deverão ter alternativas habitacionais.

Representante da Associação Comunitária de Habitação do Estado de Mato Grosso, Emídio de Souza defendeu que grande parte da área pode ser regularizada e afirmou que as remoções deveriam atingir apenas famílias instaladas em locais de erosão e às margens dos córregos.

“Existe possibilidade de regularização para grande parte das famílias. O que defendemos é que apenas as áreas de risco e de preservação permanente sejam desocupadas, com planejamento e reassentamento adequado”, disse.

Ele também criticou a ausência de projetos habitacionais para remanejamento das famílias e lembrou que a ocupação da região começou no fim da década de 1990.

Presidente do bairro Silvanópolis, Jurandir Souza afirmou que os moradores foram surpreendidos pela sentença judicial e relatou que a comunidade aguardava estudos técnicos que poderiam apontar soluções para permanência de parte das famílias.

“Hoje são cerca de 1.500 famílias vivendo ali. Tem idosos, cadeirantes, muitas crianças. A expectativa sempre foi de regularização, por ser uma área do estado”, afirmou.

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Já o presidente do Paraisópolis, Mário Domingos da Silva, relatou apreensão diante da possibilidade de retirada em massa dos moradores.

“As famílias querem saber para onde vão. Tem muita gente vivendo ali há mais de 20 anos e que construiu toda a vida naquela região”, declarou.

Durante a audiência, o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), defendeu a criação de um termo de ajustamento de conduta (TAC) envolvendo município e Governo do Estado para viabilizar moradias às famílias que precisarem ser removidas das áreas de risco.

Segundo o prefeito, moradores localizados às margens dos córregos e em áreas sujeitas a desmoronamentos precisarão ser realocados por questões de segurança e legislação ambiental.

“Nós precisamos realocar quem está em área de risco e garantir que essas famílias tenham destino adequado, sem simplesmente retirar as pessoas sem alternativa habitacional”, afirmou.

Abilio também defendeu estudos ambientais para redefinir áreas passíveis de regularização fundiária e sugeriu a transformação de parte da região em zona de interesse social para habitação.

Representando a Promotoria de Defesa Ambiental e da Ordem Urbanística de Cuiabá, Carlos Eduardo Silva afirmou que o Ministério Público buscará uma solução que concilie preservação ambiental e dignidade das famílias.

“Precisamos encontrar a solução menos dolorosa possível, conciliando os interesses ambientais existentes na área com a realidade das famílias que vivem ali”, afirmou.

Segundo o promotor, a ocupação da região voltou a crescer após um processo de reassentamento realizado há cerca de 20 anos e a situação atual exige atuação conjunta dos órgãos públicos para cumprimento da decisão judicial e construção de alternativas habitacionais.

A audiência reuniu representantes do Ministério Público, Defensoria Pública, Tribunal de Contas do Estado, Governo de Mato Grosso, Prefeitura de Cuiabá, vereadores e lideranças comunitárias. Entre os encaminhamentos definidos estão a realização de novas reuniões com o Governo do Estado, estudos técnicos sobre as áreas ocupadas e a construção de alternativas para regularização fundiária e reassentamento das famílias localizadas em áreas de risco ambiental.

Fonte: ALMT – MT

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