Política MT

Celebração ao Dia da Mulher reúne colaboradoras no gabinete do deputado Eduardo Botelho na AL

Publicado em

Em celebração ao Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março, o deputado estadual Eduardo Botelho (União Brasil) promoveu, nesta quarta-feira (05), um momento especial de confraternização e reconhecimento às mulheres que atuam em seu gabinete na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). O encontro reuniu colaboradoras da equipe e contou com a participação da deputada estadual Janaína Riva (MDB).

Durante a celebração, Botelho destacou o papel fundamental das mulheres na sociedade, na política e também no ambiente de trabalho, ressaltando que o reconhecimento da força feminina deve ser permanente e não apenas em datas comemorativas.

“O trabalho das mulheres é essencial em todos os espaços. Aqui no gabinete, nossa grande força são as mulheres, são vocês. Eu gosto de trabalhar com mulheres, porque acredito que com mulher as coisas funcionam bem. Sempre tive uma relação de muito respeito e parceria com todas que trabalharam comigo. Quero agradecer a cada uma pelo compromisso, pela dedicação e pelo trabalho que realizam todos os dias”, afirmou o parlamentar.

Botelho também reforçou a importância de ampliar a participação feminina na política e de manter o enfrentamento constante à violência de gênero, destacando que a valorização da mulher precisa ser uma pauta permanente na sociedade. Como forma de homenagem e reconhecimento, o deputado Eduardo Botelho também entregou às colaboradoras do gabinete uma lembrança simbólica, uma rosa acompanhada de um creme para as mãos, gesto que representou carinho, gratidão e respeito pelo trabalho desenvolvido diariamente pelas mulheres que integram sua equipe.

Leia Também:  Deputado Valdir Barranco cobra explicações sobre acidente que matou três trabalhadores em obras da BR-163

A deputada Janaína Riva parabenizou todas as mulheres pelo mês de março e ressaltou as conquistas alcançadas ao longo das últimas décadas, fruto da luta e da dedicação feminina em diversos espaços da sociedade.

“Parabenizo todas nós, mulheres, pelo nosso mês. Março é um período de celebração, mas também de reflexão sobre tudo o que conquistamos. No passado, muitos espaços nos eram negados. Hoje, com muito esforço, temos avançado. Somos arrimo de família, sustentamos nossos lares e muitas vezes somos pai e mãe ao mesmo tempo. A renda das mulheres hoje é essencial dentro das casas”, destacou.

Em tom descontraído, Janaína também mencionou o aniversário de Botelho, celebrado no mesmo dia do Dia Internacional da Mulher.

“A gente sempre brinca que o deputado gosta tanto de mulher que nasceu justamente no Dia da Mulher”, disse.

Responsável pela gestão de equipes, o assessor parlamentar Ricardo Adriane também destacou a importância do trabalho realizado pelas mulheres no dia a dia das atividades legislativas.

Segundo ele, grande parte do funcionamento do gabinete passa diretamente pela dedicação e competência das colaboradoras.

Leia Também:  Carreta da Saúde da Mulher em Várzea Grande reduz filas de atendimento, avalia Lúdio

“As mulheres têm um papel fundamental no funcionamento do gabinete. Elas participam ativamente da organização, da gestão e da execução de muitas das atividades que realizamos diariamente. Esse reconhecimento é mais do que merecido, porque o trabalho, a responsabilidade e o comprometimento de cada uma fazem a diferença no resultado que entregamos à sociedade”, ressaltou.

O chefe de gabinete do parlamentar, Lilo Pinheiro, também prestou homenagem às mulheres e destacou a liderança de Botelho e sua sensibilidade no trato com as pessoas.

“Quero começar falando de um ser humano incrível, extremamente atencioso, que procura sempre estender a mão e ajudar as pessoas de forma indistinta, que é o nosso deputado Eduardo Botelho. Sua liderança e seu compromisso com Mato Grosso nos motivam diariamente a trabalhar com dedicação. E o respeito e o carinho que ele tem com as mulheres, inclusive com lideranças como a deputada Janaína Riva, são um exemplo para todos nós”, afirmou.

A celebração reforçou a importância de reconhecer o protagonismo feminino em todas as áreas, destacando que a valorização da mulher, a ampliação de seus espaços de decisão e o combate à violência de gênero são compromissos que precisam ser fortalecidos durante todo o ano.

Fonte: ALMT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Política MT

ALMT debate soluções para regularização fundiária e moradia de famílias do Silvanópolis e Paraisópolis

Published

on

Com plenário e galerias lotados, moradores dos bairros Silvanópolis e Paraisópolis acompanharam, nesta quinta-feira (14), no Plenário das Deliberações Deputado Renê Barbour, na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), audiência pública que discutiu os impactos de uma decisão judicial relacionada à desocupação de áreas na região das Águas Nascentes, em Cuiabá. Entre crianças, idosos, trabalhadores, pais e mães de famílias, o sentimento predominante era de insegurança diante da possibilidade de perder as próprias casas.

A audiência foi convocada pelo presidente da ALMT, Max Russi (Pode), e pela vereadora Katiuscia Manteli (Pode), após sentença relacionada a uma ação civil pública ambiental que tramita há mais de 13 anos e envolve áreas conhecidas como Águas Nascentes.

Durante o encontro, moradores relataram medo de uma desocupação sem planejamento habitacional. Muitos acompanharam o debate segurando cartazes com pedidos de socorro, além de documentos e comprovantes de residência, enquanto buscavam respostas sobre o alcance da decisão judicial e o futuro das famílias que vivem na região há mais de duas décadas.

Segundo Katiuscia, atualmente mais de 1,5 mil famílias vivem nas áreas atingidas pela sentença. A vereadora afirmou que a audiência foi convocada para reunir os órgãos envolvidos e esclarecer quais medidas deverão ser adotadas.

“A principal intenção dessa audiência é que as famílias tenham respostas. Precisamos entender quantas famílias realmente precisarão ser realocadas, quais áreas podem ser regularizadas e quais encaminhamentos serão adotados pelo poder público”, afirmou.

Ao final da audiência, Katiuscia informou que o próximo passo será uma reunião com o Governo do Estado para discutir soluções conjuntas para a área. Segundo ela, o principal objetivo foi reduzir a insegurança das famílias diante das informações que circulavam sobre despejos imediatos.

Foto: Helder Faria

“O maior medo das famílias era acordar com máquinas derrubando as casas. Hoje elas saem daqui mais tranquilas, sabendo que haverá estudos e discussão antes de qualquer decisão”, disse.

O presidente da Assembleia Legislativa destacou que a Casa acompanhará o caso por meio da Procuradoria da ALMT e reforçou a necessidade de acelerar os processos de regularização fundiária no estado.

Leia Também:  Sessão Solene comemora os 157 anos de Várzea Grande

“A regularização fundiária é uma das grandes demandas do estado, tanto na área urbana quanto rural. Precisamos avançar de forma mais rápida para garantir segurança jurídica e dignidade às famílias”, declarou Max Russi.

Após a audiência, o parlamentar afirmou que pretende discutir o tema diretamente com o governador do estado, além de reunir representantes do município, Ministério Público, Defensoria Pública, Intermat e lideranças comunitárias para avançar nos encaminhamentos.

“Existe uma preocupação ambiental que precisa ser respeitada, principalmente nas áreas de nascente e de risco. Mas também existem áreas livres onde é possível buscar soluções para essas famílias permanecerem próximas da região onde vivem hoje”, afirmou.

O deputado Wilson Santos (PSD) também participou da audiência e afirmou que os moradores podem contar com o apoio da Assembleia Legislativa, desde que sejam respeitadas as restrições das áreas consideradas de risco e de desmoronamento. Segundo ele, as famílias que precisarem deixar essas áreas não podem ficar desabrigadas e deverão ter alternativas habitacionais.

Representante da Associação Comunitária de Habitação do Estado de Mato Grosso, Emídio de Souza defendeu que grande parte da área pode ser regularizada e afirmou que as remoções deveriam atingir apenas famílias instaladas em locais de erosão e às margens dos córregos.

“Existe possibilidade de regularização para grande parte das famílias. O que defendemos é que apenas as áreas de risco e de preservação permanente sejam desocupadas, com planejamento e reassentamento adequado”, disse.

Ele também criticou a ausência de projetos habitacionais para remanejamento das famílias e lembrou que a ocupação da região começou no fim da década de 1990.

Presidente do bairro Silvanópolis, Jurandir Souza afirmou que os moradores foram surpreendidos pela sentença judicial e relatou que a comunidade aguardava estudos técnicos que poderiam apontar soluções para permanência de parte das famílias.

“Hoje são cerca de 1.500 famílias vivendo ali. Tem idosos, cadeirantes, muitas crianças. A expectativa sempre foi de regularização, por ser uma área do estado”, afirmou.

Leia Também:  Dr. João quer que feiras livres se tornem patrimônio cultural do estado

Já o presidente do Paraisópolis, Mário Domingos da Silva, relatou apreensão diante da possibilidade de retirada em massa dos moradores.

“As famílias querem saber para onde vão. Tem muita gente vivendo ali há mais de 20 anos e que construiu toda a vida naquela região”, declarou.

Durante a audiência, o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), defendeu a criação de um termo de ajustamento de conduta (TAC) envolvendo município e Governo do Estado para viabilizar moradias às famílias que precisarem ser removidas das áreas de risco.

Segundo o prefeito, moradores localizados às margens dos córregos e em áreas sujeitas a desmoronamentos precisarão ser realocados por questões de segurança e legislação ambiental.

“Nós precisamos realocar quem está em área de risco e garantir que essas famílias tenham destino adequado, sem simplesmente retirar as pessoas sem alternativa habitacional”, afirmou.

Abilio também defendeu estudos ambientais para redefinir áreas passíveis de regularização fundiária e sugeriu a transformação de parte da região em zona de interesse social para habitação.

Representando a Promotoria de Defesa Ambiental e da Ordem Urbanística de Cuiabá, Carlos Eduardo Silva afirmou que o Ministério Público buscará uma solução que concilie preservação ambiental e dignidade das famílias.

“Precisamos encontrar a solução menos dolorosa possível, conciliando os interesses ambientais existentes na área com a realidade das famílias que vivem ali”, afirmou.

Segundo o promotor, a ocupação da região voltou a crescer após um processo de reassentamento realizado há cerca de 20 anos e a situação atual exige atuação conjunta dos órgãos públicos para cumprimento da decisão judicial e construção de alternativas habitacionais.

A audiência reuniu representantes do Ministério Público, Defensoria Pública, Tribunal de Contas do Estado, Governo de Mato Grosso, Prefeitura de Cuiabá, vereadores e lideranças comunitárias. Entre os encaminhamentos definidos estão a realização de novas reuniões com o Governo do Estado, estudos técnicos sobre as áreas ocupadas e a construção de alternativas para regularização fundiária e reassentamento das famílias localizadas em áreas de risco ambiental.

Fonte: ALMT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

Cuiabá

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA