A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou nesta quinta-feira (5.2), a Operação Cesimt para cumprimento de ordens judiciais de busca e apreensão domiciliar e de afastamento de sigilo telemático, em Nova Mutum, com alvo em um jovem investigado por crimes cibernéticos relacionados ao armazenamento em nuvem de conteúdo sexual envolvendo crianças e adolescentes.
As investigações, conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), revelaram a dinâmica delitiva envolvendo o armazenamento de mais de 250 arquivos relacionados ao abuso sexual infantojuvenil.
A investigação digital apontou que o suspeito armazenava o material de forma continuada em suas contas pessoais desde o ano de 2023. Para chegar à autoria, a unidade especializada utilizou técnicas avançadas de investigação digital, o que permitiu identificar com segurança o utilizador das contas vinculadas ao crime.
A conduta investigada está tipificada no artigo 241-B da Lei nº 8.069/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente), que pune a posse ou o armazenamento de registros que contenham cenas de sexo explícito ou pornográfica envolvendo crianças ou adolescentes, prevendo pena de reclusão de até quatro anos.
O objetivo das medidas judiciais é a apreensão de dispositivos eletrônicos utilizados pelo criminoso, como smartphones e notebooks, assim como a obtenção de outros elementos de informação que reforcem a materialidade e a autoria do crime.
Durante as buscas, um segundo suspeito que estava na casa foi preso em flagrante com centenas de imagens de pedofilia em seu telefone celular. Em relação ao alvo principal, os dispositos eletrônicos foram apreendidos e serão encaminhados par análise pericial.
O delegado responsável pela investigação, Guilherme Rocha, destaca que a ação é mais uma resposta da Polícia Civil frente a crimes praticados por meio da internet e com falsa sensação de anonimato para os criminosos. “A investigação comprova novamente que a alta expertise técnica da Polícia Civil de Mato Grosso em identificar e localizar criminosos que buscam na internet uma sensação de segurança para o cometimento de delitos”, disse o delegado
Para o delegado titular da DRCI, Sued Dias da Silva Junior, o combate sistemático aos crimes cibernéticos relacionados à exploração sexual de crianças e adolescentes, principalmente no que tange ao armazenamento e transmissão de arquivos digitais contendo pornografia infantil, é uma prioridade constante na DRCI. “Esta especializada vem trabalhando diuturnamente no combate dessas condutas abomináveis e geradoras de alta repulsa social”, destacou.
A Polícia Civil deflagrou, nesta quinta-feira (15.5), a Operação “Larápio Noturno”, com foco no combate a furtos de módulos eletrônicos de caminhões praticados na região da Baixada Cuiabana. A ação, desencadeada pela Delegacia de Rosário Oeste, com apoio da Delegacia Regional de Várzea Grande, deu cumprimento a três mandados de prisão, culminando em duas prisões.
As investigações apontavam a atuação de um grupo criminoso especializado no furto das peças nas cidades de Rosário Oeste, Jangada e Nobres, principalmente durante o período noturno, enquanto motoristas realizavam descanso em postos e pontos de parada às margens das rodovias.
Conforme apurado, os suspeitos aproveitavam o repouso dos caminhoneiros para subtrair os módulos eletrônicos instalados na parte externa dos veículos, geralmente durante a madrugada, por volta das 2 horas. O equipamento é essencial para o funcionamento do caminhão, impedindo que o veículo seja ligado após o furto.
Além do prejuízo financeiro causado pela subtração das peças, avaliadas em aproximadamente R$ 7 mil cada, as vítimas também sofriam impactos relacionados ao atraso no transporte e possível perecimento das cargas transportadas.
Segundo a investigação, os crimes vinham ocorrendo de forma recorrente, com registros de até três furtos por semana na região.
Após diligências investigativas e levantamentos realizados pela equipe policial, foi possível identificar suspeitos envolvidos diretamente nos furtos. As investigações prosseguem para identificar outros integrantes do esquema criminoso, especialmente possíveis receptadores das peças subtraídas.
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