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Gaeco deflagra segunda fase da Operação “Boca Vermelha” em Sinop

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O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) de Sinop, força-tarefa integrada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo, deflagrou nesta terça-feira (18) a segunda fase da Operação “Boca Vermelha”, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa atuante no município e região.A ação, autorizada pela 5ª Vara Criminal de Sinop a partir de representação do Gaeco, resultou na expedição de 10 mandados de prisão preventiva e 10 mandados de busca e apreensão domiciliar e pessoal. As investigações apontaram que os locais alvos eram utilizados para práticas ilícitas, incluindo tráfico de drogas vinculado à facção Comando Vermelho, além da participação de mulheres no recolhimento de valores.Durante a operação foram cumpridos nove mandados de prisão 10 mandados de busca, além da prisão em flagrante de um suspeito.A operação apreendeu celulares, valores em espécie, balanças de precisão, cadernos de anotações e diversos utensílios utilizados para o tráfico.Também foram apreendidos seis tabletes e meio de maconha e várias porções de cocaína e de pasta base.Nesta fase, a operação contou com apoio da Polícia Civil de Sinop, Polícia Militar por meio do 3º Comando Regional, do 11º Batalhão da PM (Efetivo Ordinário, GAP, RAIO e Agência Regional de Inteligência) e do 2º Esquadrão Independente de Policiamento Montado (Cavalaria).O Gaeco reforça que denúncias contra facções criminosas podem ser feitas de forma anônima pelos telefones 127 Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso e 190 da Polícia Militar.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Justiça aceita denúncia e manda prender acusada por morte de advogado

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A Justiça de Mato Grosso acatou a denúncia contra nove pessoas investigadas pelo assassinato do advogado Roberto Zampieri, morto em 5 de dezembro de 2023, em Cuiabá, e determinou a prisão de uma das acusadas.
A decisão foi assinada pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira, da 12ª Vara Criminal da Capital. Com isso, os investigados passam a responder formalmente pelos crimes, que incluem homicídio qualificado e participação em organização criminosa.
De acordo com as investigações da Polícia Civil, o assassinato teria sido cometido por um grupo organizado, com divisão de tarefas, voltado a execuções sob encomenda.
Entre os denunciados estão Aníbal Manoel Laurindo e Elenice Ballarotti Laurindo, apontados como mandantes do crime. Também são acusados outros envolvidos na intermediação, execução e apoio logístico.
Na mesma decisão, a juíza determinou a prisão preventiva de Elenice Ballarotti Laurindo. Segundo o entendimento da magistrada, há indícios de que ela participou da contratação e do pagamento pela execução, além de risco de interferência no andamento do processo.
Já os pedidos de prisão de Peterson Venites Komel Júnior, Salézia Maria Pereira de Oliveira e Mario Jorge Bucater foram negados. Eles continuarão cumprindo medidas cautelares, como uso de tornozeleira eletrônica, restrição de contato e limitação de deslocamento.
A Justiça também determinou a citação de todos os denunciados para que apresentem defesa e autorizou o levantamento do sigilo do processo.
A denúncia é assinada pelos promotores de Justiça Samuel Frungilo, Elide Manzini de Campos, Vinicius Gahyva Martins e Rodrigo Ribeiro Domingues.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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