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Seduc realiza consulta em 31 escolas da Rede Estadual para conversão em modelo cívico-militar

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) realiza, na próxima terça-feira (25.2) e quarta-feira (26.2), a consulta para conversão para o modelo cívico-militar em 31 escolas estaduais da Capital e do interior.

Os editais de chamamento para a aprovação de conversão das unidades regulares em 26 municípios, para a modalidade cívico-militar, foram publicados no Diário Oficial desta segunda-feira (17.2).

As consultas, que ocorrerão das 07h às 19h, são direcionadas aos pais e responsáveis legais pelos estudantes matriculados em cada unidade, além dos alunos maiores de 16 anos matriculados.

Por meio de votação secreta, os participantes poderão manifestar sua opinião sobre a proposta de conversão de cada unidade em modelo de gestão cívico-militar, indicando a opção escolhida entre “Aprovo” e “Não Aprovo”, conforme orientações delineadas no edital.

O resultado de cada escola será apresentado depois do término da votação e divulgado por meio de comunicado afixado na escola, na Diretoria Regional de Educação, bem como nas respectivas redes sociais da Seduc.

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O modelo cívico-militar mantém o currículo tradicional da Seduc, com professores responsáveis pelo ensino, enquanto os militares da reserva contribuem para a organização e disciplina das unidades.

“A ampliação de escolas cívico-militares é um anseio da comunidade escolar. Temos solicitações de praticamente todos os municípios. Até o final de 2025, o número deve chegar a 100 unidades, ampliando a oferta de ensino para milhares de jovens mato-grossenses”, apontou o secretário de Estado de Educação, Alan Porto.

Confira a lista das escolas que passarão por consultas:

EE Arlindo Estilac Leal (Nova Xavantina)
EE Frei Ambrósio (Cáceres)
EE São Francisco de Assis (Aripuanã)
EE José Pedro Dias (Juara)
EE Leogevildo de Melo (Cuiabá)
EE Pe. Wanir Delfino César (Cuiabá)
EE João Brienne de Camargo (Cuiabá)
EE Alcebíades Calhao (Cuiabá)
EE Historiador Rubens de Mendonça (Cuiabá)
EE Leovegildo de Melo (Cuiabá)
EE Madre Tarcila (Campo Novo do Parecis)
EE Francisca de Souza Alencar (Nova Olímpia)
EE Luiz Frutuoso da Silva (Sapezal)
EE Fernando Leite de Campos (Várzea Grande)
EE 13 de Maio (Porto Alegre do Norte)
EE Hilda Rocha Souza (São Félix do Araguaia)
EE Albert Einstein (Guarantã do Norte)
EE João Ponde de Arruda (Arenápolis)
EE Jardim das Flores (Matupá)
EE Virgilio Correa Filho (Nova Mutum)
EE Renê Barbur (Barra do Bugres)
EE Anisio José Moreira (São José do Rio Claro)
EE Antonio José de Lima (Juscimeira)
EE Cremilda de Oliveira Viana (Primavera do Leste)
EE Cecília |Meireles (Alta Floreesta)
EE João Calixto Bernardes (Rosário Oeste)
EE Cleufa Hubner (Sinop)
EE Enio Pipino (Sinop)
EE Arlete Maria Cappellari (Sorriso)
EE 13 de Maio (Sorriso)
EE Paulo Freire (Primavera do Leste)
EE Vanil Stabilito (Várzea Grande)

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Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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