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Governador afirma que Free Shop vai dar “impulso novo” para a Região Oeste

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O governador Mauro Mendes afirmou que a instalação do Free Shop – zona comercial que vende produtos importados livres de impostos – em Cáceres vai dar um “impulso novo” para o desenvolvimento da região oeste de Mato Grosso.

A lei que autoriza o Free Shop, enviada pelo estado, foi aprovada pela Assembleia Legislativa e sancionada pelo governador nesta quarta-feira (3.6), durante evento em Cáceres.

“Isso vai criar muito emprego aqui na cidade, na região, trazer movimento para Cáceres. O free shop vai oportunizar fazer compra dentro de Mato Grosso, como você faz nos aeroportos, em cidades fronteriças, em lojas que vão oferecer produtos de qualidade e muito mais barato. Vai dar um impulso novo para a região oeste”, ressaltou.

Mauro pontuou que o Free Shop vai se somar às demais ações que o Governo de Mato Grosso tem realizado na cidade, de forma a impulsionar o desenvolvimento do município.

O governador lembrou que, desde 2019, o estado investiu mais de R$ 800 milhões em Cáceres.

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“O Free Shop vai se somar aos investimentos que fazemos no Turismo, nos projetos para a Orla, na tão sonhada ZPE [Zona de Processamento de Exportação] que está virando realidade, na Escola Técnica, nas rodovias asfaltadas, na iluminação de LED, no asfalto nos bairros e nos muitos outros investimentos que temos feito para essa região se tornar próspera”, citou.

Também estavam no evento de sanção da lei: a prefeita Eliene Liberato; o presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi; os deputados estaduais Valmir Moretto e Wilson Santos; o presidente da Fiemt, Silvio Rangel; o presidente da Fecomércio, Wenceslau Junior; o cônsul da Bolívia em Cáceres, Davi Pérez; os secretários de Estado Fabio Garcia (Casa Civil), César Miranda (Desenvolvimento Econômico) e Dr. Leonardo (Escritório de Representação)
a presidente da OAB de Cáceres, Cibeli Simões; o vice-reitor da Unemat, Alexandre Porto; o presidente da Câmara de Vereadores, Flávio Negação; o ex-senador Márcio Lacerda; entre outros prefeitos e lideranças regionais.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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