MATO GROSSO

Força Tática prende mulher por tráfico de drogas e apreende mais de R$ 8 mil em dinheiro

Publicado em

Policiais militares da Força Tática da 30ª Companhia Independente prenderam uma mulher, de 31 anos, por tráfico ilícito de drogas, na noite da madrugada desta quinta-feira (26.12), em Campo Verde.

Com a suspeita, foram apreendidos meio tablete de cocaína, dois tabletes de maconha e cerca de R$ 8,1 mil em dinheiro.

A equipe de militares estava em patrulhamento pela Operação Fim de Ano e visualizou uma moto com uma chave na ignição, em frente a uma residência com portão aberto, no bairro Jupiara. Diante da suspeita, os policiais se aproximaram para realizar a checagem do veículo.

Com a aproximação dos militares, dois homens fugiram para dentro da residência, subiram em uma escada e jogaram um invólucro de uma substância análoga à maconha no chão.

Os policiais entraram na casa e foram surpreendidos por uma mulher, que tentou obstruir a passagem da equipe. Ela foi detida.

Em buscas na residência, foi localizado meio tablete de substância análoga a cocaína e dois tabletes de maconha, além de material para embalo, caderno com anotações e uma quantia em dinheiro.

Leia Também:  Em Cuiabá-MT, PRF apreende 200 mil reais em dinheiro falso

Diante dos fatos, a suspeita foi encaminhada à Delegacia, junto com o material apreendido, para as providências que o caso requer. As equipes policiais seguem nas buscas dos suspeitos foragidos.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939

*Sob supervisão de Hallef Oliveira

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  Polícia Civil prende suspeito de invadir residência e estuprar a vítima em Sinop

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  Polícia Civil indicia motorista de Compass que atropelou motociclistas em Cuiabá por homicídio doloso

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

Cuiabá

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA