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‘Vamos aprovar o marco fiscal e a reforma tributária’, diz ministro

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Paulo Pimenta
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O ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Paulo Pimenta (PT), disse neste domingo (14) que o governo conseguirá aprovar o novo arcabouço fiscal e a reforma tributária, apesar da derrota no Congresso Nacional com a revisão de pontos do marco do saneamento.

“Eu acredito que nós estamos trabalhando na direção de cada vez mais consolidar a necessidade de aprovação desses projetos, e a nossa articulação é capaz de construir com Pacheco Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, com Lira Arthur Lira, presidente da Câmara, com líderes de todos os partidos as condições políticas necessárias para aprovação desses projetos”, disse durante uma feira organizada pelo MST no Parque da Água Branca, em São Paulo.

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Pimenta defendeu as medidas para que o país volte a ver crescimento no PIB (Produto Interno Bruto), atrelado à geração de empregos, além de retomar o protagonismo internacional.

O ministro disse ainda que o governo acertou a comunicação, após ruídos no início do mandato. Ele disse que os ministros estão unificados e em consonância com o Parlamento.


Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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