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Texto do arcabouço fiscal será finalizado nesta segunda, diz relator

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Deputado federal Cláudio Cajado (PP-BA)
Agência Câmara

Deputado federal Cláudio Cajado (PP-BA)

O deputado federal Cláudio Cajado (Progressistas-BA), afirmou neste domingo (14) que deve encerrar seu relatório sobre o arcabouço fiscal até o meio-dia desta segunda-feira (15). Ele deverá se reunir com lideranças da Câmara dos Deputados à noite.

Cajado disse que os termos do texto só serão divulgados após o encontro com os parlamentares. O deputado afirmou que pretende agilizar as negociações para conseguir a aprovação da matéria sem intercorrências.

“Vamos buscar um acordo possível para ter os votos que garantam a aprovação da matéria. Há um rol de penalidades, das mais simples às draconianas, previstas na Constituição Federal”, afirmou Cajado.

A votação da matéria está prevista para acontecer nesta terça-feira (16), dentro do tempo previsto por Lira e pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Os blocos articulam a possibilidade de ter o apoio da oposição ao texto, principalmente do Republicanos e Progressistas, que não compõem a base do governo, mas que tem parlamentares mais ligados ao Centro.

O texto deve manter o esboço apresentado pela Fazenda, mas deve incluir diversas penalizações caso o Palácio do Planalto não cumpra a nova meta fiscal. Entre as punições, está a vedação de alterações trabalhistas que aumentem as despesas da União e a não realização de concursos públicos.

O governo ainda não poderá aumentar seus gastos acima da inflação e não poderá conceder benefícios tributários.

Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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