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Relator espera arcabouço aprovado na Câmara com mais de 367 votos

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Deputado federal Cláudio Cajado (PP-BA), relator do arcabouço fiscal na Câmara
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 23.05.2023

Deputado federal Cláudio Cajado (PP-BA), relator do arcabouço fiscal na Câmara

O relator do arcabouço fiscal na Câmara dos Deputados, Cláudio Cajado (PP-BA), afirmou nesta terça-feira (23), em entrevista à Globonews, que espera que o texto tenha quantidade de votos favoráveis igual ou superior aos conquistados na aprovação da urgência do projeto .

Na última semana, 367 deputados votaram de forma favorável à aprovação da urgência. Em plenário, o projeto de lei precisa de ao menos 257 votos favoráveis para ser aprovado.

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O minsitro da Fazenda, Fernando Haddad, já afirmou, porém, que o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL) quer atingir quórum de aprovação igual ao exigido em Propostas de Emenda Constitucional (PEC), para que o tema não volte a ser discutido no Congresso nos próximos anos. O quórum para a aprovação de uma PEC é de 3/5 dos deputados, ou seja 308 votos favoráveis.

Segundo Cajado, há consenso entre os deputados de que o atual teto de gastos é ultrapassado, e isso vai fazer com que a votação a favor do arcabouço fiscal seja expressiva.

“Quem se manifestou contra a urgência o fez por manifestações ideológicas, de achar que o teto de gastos é melhor. Discordo, como a ampla maioria. O teto se provou frágil e ultrapassado”, declarou Cajado.

Fonte: Economia

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ECONOMIA

Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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