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Refugiado da guerra da Ucrânia ganha R$ 2,6 milhões em loteria belga

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Preêmio foi de 500 mil euros
Cassio Gusson

Preêmio foi de 500 mil euros




Um refugiado da guerra da Ucrânia ganhou 500 mil euros em uma loteria da Bélgica, valor equivale a R$ 2,6 milhões. O bilhete custava 5 euros, cerca de 26 reais.

A raspadinha foi comprada em um posto de gasolina no dia 16 de maio, o que rendeu um prêmio cem mil vezes maior que o valor gasto.

A loteria nacional do país não divulgou informações pessoais sobre o vencedor, apenas que ele mora na Bélgica há 12 meses e tem entre 18 e 24 anos.

“Ele tem sentimentos contraditórios sobre ganhar. É um período difícil para estar feliz com tudo que está acontecendo em seu país natal”, disse Joke Vermoere, porta-voz da Loteria Nacional, aludindo à Guerra da Ucrânia, que já dura 15 meses.

Vermoere disse ainda que a intenção do sortudo é dar uma festa aos amigos que ajudaram na sua estadia no país. “Com o dinheiro que ganhou, ele pretende fazer algo por seus compatriotas e pela reconstrução da Ucrânia. Mas primeiro ele quer organizar uma festa para a família e os amigos que o acolheram e o ajudaram a se integrar”, afirmou.

O porta-voz declarou que o refugiado tem a intenção de retornar ao seu país após o fim da guerra.

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Como todos os ganhadores de valores acima de € 100 mil (R$ 524 mil), o vencedor teve de ir à sede da entidade para sacar o montante. Na Bélgica, os prêmios são isentos de impostos.

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Fonte: Economia

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ECONOMIA

Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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