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Em um mês de guerra, 70% da população de Gaza foi deslocada, diz ONU

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Abrigo da UNRWA na Faixa de Gaza
Divulgação/ONU

Abrigo da UNRWA na Faixa de Gaza

Desde o início da guerra entre Israel e Hamas , que completa um mês nesta terça-feira (7), cerca de 70% da população da Faixa de Gaza foi deslocada, de acordo com um levantamento da agência da ONU para refugiados palestinos (UNRWA).

Segundo a UNRWA, quase 1,5 milhão de pessoas deixaram suas casas em Gaza – a população total do enclave é de cerca de 2,2 milhões de pessoas.

“Os civis estão sendo submetidos a deslocamentos forçados e punições coletivas”, diz a UNRWA, que acrescenta que as famílias deslocadas enfrentam “medo constante e condições de vida desumanas”.

Dos deslocados em Gaza, 717 mil estão abrigados em 149 unidades da UNRWA. Segundo a agência, os abrigos estão funcionando com quatro vezes a sua capacidade.

“Mais de 557 mil deslocados internos estão abrigados em 92 instalações nas áreas de Middle, Khan Younis e Rafah. Quase 160 mil deslocados internos estavam abrigados em 57 escolas da UNRWA no norte de Gaza em 12 de outubro de 2023, antes da ordem de evacuação ter sido emitida pelas autoridades israelenses. A UNRWA não tem acesso a estes abrigos para ajudar ou proteger os deslocados internos e não tem informações sobre as suas necessidades e condições”, afirma relatório da agência da ONU.

A UNRWA informa, ainda, que 66 pessoas foram mortas e 540 ficaram feridas em ataques que atingiram abrigos da agência. “Nenhum lugar é seguro em Gaza”, diz a UNRWA.

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“Pessoas que se abrigavam sob a bandeira da ONU – buscando segurança em escolas da UNRWA – foram mortas em locais que deveriam ser protegidos pelo Direito Internacional Humanitário”, completa.

Desde o início da guerra, 88 funcionários da UNRWA foram mortos e outros 25 ficaram feridos.

Fonte: Internacional

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Funcionários testam até 10 mil vapes por dia em fábrica; veja imagens

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Testagem aconteceu na China
Reprodução

Testagem aconteceu na China

O canal do YouTube Machina decidiu divulgar como acontece a testagem de vapes , os cigarros eletrônicos , nas principais fábricas da China . Em Baoan, na cidade de Shenzhen, eles foram surpreendidos.

As fábricas chinesas conseguem produzir vapes em massa, desde seu funcionamento interno até o processo de teste. Na última seção da criação do produto, veio a surpresa: um funcionário testando, realizando o trago, em cada um dos cigarros eletrônicos.

Os estágios de teste tem algumas fases. Primeiro, há um teste que aumenta a pressão da parte inferior do vaporizador para permitir que ele libere vapor do bocal.

A segunda fase é um tubo de sucção que puxa o vapor do vaporizador, da mesma forma que uma pessoa faria ao dar uma tragada.

A terceira já são os funcionários literalmente testando o produto. No vídeo do canal do YouTube, mostra o trabalhador segurando vários vapes em uma mão enquanto dá uma tragada em cada um deles para testar se estão funcionando corretamente.

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Quando perguntaram ao homem sobre o número de cigarros eletrônicos que ele testa por dia, ele explicou que eram aproximadamente 8.000 a 10.000 e que fuma até fora do trabalho.

Segundo a empresa de vaporizadores eletrônicos, cada vaporizador que contém 10 ml de nicotina contempla cerca de 3.000 tragadas. Ainda, de acordo com um estudo do CDC (Centro de Doenças e Prevenção dos EUA), descobri-se que as vendas mensais de unidades de cigarros eletrônicos aumentaram 46,6% de janeiro de 2020 a dezembro de 2022.

Veja o vídeo


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Fonte: Internacional

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