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Presidente do BC vai ao Senado explicar juros altos nesta terça

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Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, vai ao Senado nesta terça
Raphael Ribeiro/BCB

Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, vai ao Senado nesta terça

Alvo de críticas do governo federal, o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, vai ao Senado nesta terça-feira (25) prestar esclarecimentos diante da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) a respeito da alta taxa de juros. Desde agosto do ano passado, a Selic está em 13,75% ao ano.

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O pedido para a comissão convidar Campos Neto foi apresentado pelo senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO) e votado pelos demais. Como se trata de um convite, e não uma convocação, o presidente do BC não seria obrigado a comparecer ao Senado.

A alta taxa de juros é bastante criticada por membros do governo e pelo próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que já deu diversas declarações criticando Campos Neto.

O BC define a taxa de juros para controlar a inflação e cumprir a meta. Para este ano, a meta é de 3,25% ao ano. Ela é considerada cumprida se o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechar o ano dentro de uma margem de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, entre 1,75% e 4,75%.

Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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