ECONOMIA

Governo anuncia nova leva de concursos públicos com 2,4 mil vagas

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Esther Dweck
DU ANDRADE/Ascom/Ministério da Fazenda

Esther Dweck

A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck anunciou nesta terça-feira (18) uma nova leva de concursos públicos para a contratação de servidores federais. Desta vez, são 2,4 mil vagas, totalizando 8 mil só neste ano.

Cada órgão lançará seu próprio edital ainda neste ano (Veja a lista abaixo).

Os ministérios têm até seis meses para anunciarem edital e início das provas, segundo a pasta de Gestão.

Em junho, o governo havia anunciado 4.436 vagas para este ano em 20 órgãos. Com um impacto de R$ 735 milhões no orçamento anual.

Lista de novos Concursos Públicos

ÓRGÃO SOLICITANTE VAGAS

  • ANA – Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico 40
  • ANAC – Agência Nacional de Aviação Civil 70
  • ANATEL – Agência Nacional de Telecomunicações 50
  • ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica 40
  • ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar 35
  • ANTAQ – Agência Nacional de Transportes Aquaviários 30
  • ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres 50
  • ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária 50
  • BACEN – Banco Central do Brasil 100
  • CVM – Comissão de Valores Mobiliários 60
  • IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística 895
  • IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada 80
  • MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (ACE) 50
  • MF – Ministério da Fazenda 40
  • MGI – Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (ATPS) 500
  • MGI – Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (EPPGG) 150
  • MJSP – Ministério da Justiça e Segurança Pública 100
  • MPO – Ministério do Planejamento e Orçamento (APO) 100
  • PREVIC – Superintendência Nacional de Previdência Complementar 40
  • TOTAL 2.480
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Fonte: Economia

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ECONOMIA

Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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