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Preço da gasolina varia até 49,3% entre bairros de São Paulo

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Preço da gasolina sobe 1,21% na cidade de São Paulo na primeira semana de junho, com preço médio de R$ 5,234; variação entre bairros chega a 49,3%
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Preço da gasolina sobe 1,21% na cidade de São Paulo na primeira semana de junho, com preço médio de R$ 5,234; variação entre bairros chega a 49,3%

Na primeira semana de junho de 2023 o preço médio do litro da gasolina no município de São Paulo foi de R$ 5,234, o que representa um aumento de 1,21% em relação à média registrada na semana anterior, quando foi de R$ 5,171. É o que aponta o levantamento de preços da ValeCard, empresa especializada em soluções de gestão de frotas e meios de pagamento, com base em transações realizadas em postos da capital paulista entre os dias 29 de maio e 04 de junho.

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Considerando os preços praticados nos diferentes bairros da cidade, houve grande variação. O bairro com a gasolina mais cara, com valor médio de R$ 6,990 o litro, foi Alto de Pinheiros. Já o preço mais barato foi encontrado no bairro Pari, a R$ 4,680 o litro. A diferença entre os dois valores é de 49,3%.

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Veja, abaixo, a relação dos dez bairros com a gasolina mais cara e dos dez bairros com a gasolina mais barata no município de São Paulo.

Menores preços

Bairro Valor médio (R$)

  • Pari R$ 4,680
  • Socorro R$ 4,690
  • Parque Residencial da Lapa R$ 4,715
  • Cidade Dutra R$ 4,721
  • Jaguara R$ 4,740
  • Vila Lageado R$ 4,785
  • Jd Dabril R$ 4,788
  • Jardim Iv Centenario R$ 4,791
  • Jardim Paulistano R$ 4,792
  • Vila Jaguara R$ 4,812

Maiores preços

Bairro Valor médio (R$)

  • Vila Andrade R$ 6,330
  • Vila Bertioga R$ 6,390
  • Vila Olimpia R$ 6,640
  • Jardim Taquaral R$ 6,690
  • Parque Colonial R$ 6,790
  • Santa Cecilia R$ 6,790
  • Cidade Moncoes R$ 6,830
  • Lapa R$ 6,890
  • Brooklin Paulista R$ 6,940
  • Alto de Pinheiros R$ 6,990

Fonte: Economia

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ECONOMIA

Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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