ECONOMIA

‘Os juros vão cair com certeza’, diz Rui Costa

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O ministro da Casa Civil, Rui Costa
José Cruz/Agência Brasil – 02/01/2023

O ministro da Casa Civil, Rui Costa

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, disse nesta terça-feira (11) que a taxa de juros vai cair “com certeza”, após a divulgação do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), considerada a inflação oficial do país, de fevereiro, que apontou alta de 0,71% , abaixo do esperado.

Segundo ele, a redução da taxa Selic se dará pela maior entrada de dólar no Brasil com novos investimentos estrangeiros, que serão viabilizados por concessões e parcerias público privadas, que estarão no próximo pacote de medidas do governo para acelerar a economia.

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“Os juros vão cair com certeza. E esse otimismo e a entrada de dólar no Brasil a partir desses investimentos e de uma nova imagem do Brasil haverá de contribuir, não tem razão para manter os juros no patamar que estão. O maior juro do planeta. Hoje a sinalização de queda da inflação traz esse sentimento e reforça esse sentimento: de que os juros precisam cair”, disse Rui Costa em entrevista à CNN Brasil.

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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) se reunirá no dia 3 de maio, sob forte pressão do governo para reduzir a taxa Selic, que está em 13,75% ao ano, maior patamar desde novembro de 2016.

Costa disse ainda que o governo tem dado demonstrações de responsabilidade fiscal, por meio da apresentação do novo arcabouço fiscal, o que tiraria o medo do BC de uma eventual explosão da dívida pública.

“Estamos fazendo extinguindo a antiga Funasa, porque é uma empresa ineficiente e custava mais de R$ 1 bilhão, significa dinheiro público gasto de forma ineficiente. Estamos produzindo conceito no governo de qualidade de gasto público, mais do que a quantidade do que se gasta. Esse conjunto de iniciativas haverá de convencer o Banco Central a reduzir na próxima reunião a taxa de juros”, disse Costa.

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Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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