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Marinha abre inscrições para concurso com 293 vagas

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Marinha abre concurso com 293 vagas para nível médio
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Marinha abre concurso com 293 vagas para nível médio

A Marinha abriu nesta segunda-feira (15) as inscrições para um concurso com 293 vagas na Escola de Formação de Oficiais da Marinha Mercante (Efomm). As aplicações podem ser feitas até o dia 25 de maio.

Das vagas disponíveis, 174 são para o Centro de Instrução Almirante Graça Aranha (CIAGA), no Rio de Janeiro (RJ), e 119 para o Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar (CIABA), em Belém (PA).

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Podem se candidatar pessoas entre 17 e 23 anos em 1º de janeiro de 2024, solteiras, sem filhos e com Ensino Médio completo ou em fase de conclusão. A altura mínima é de 1,54 metro e a máxima de 2 metros.

A taxa de inscrição é de R$ 65, e as aplicações podem ser feitas neste link . O processo seletivo é composto por prova escrita, seleção psicofísica, teste de suficiência física, verificação de documentos e adaptação. As provas de conhecimentos estão previstas para acontecerem nos dias 19 e 20 de agosto.

Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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