ECONOMIA

Lula diz que reforma não é o que ele deseja, mas é democrática

Publicado em

Lula defende reforma tributária e atuação do Congresso
Ricardo Stuckert/PR

Lula defende reforma tributária e atuação do Congresso

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quinta-feira (6) que a reforma tributária, que deve ser votada ainda hoje na Câmara dos Deputados , não é o que ele deseja, mas sim fruto da “relação de forças que estão no Congresso Nacional”.

“Estamos fazendo em um regime democrático, negociando com todo mundo e ela vai ser aprovada. Não é o que cada um de vocês deseja, não é o que o Haddad deseja, o que eu desejo, mas tudo bem. Nós não somos senhores da razão”, disse Lula, durante evento de relançamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial.

“Os deputados que estão lá, bem ou mal foram escolhidos pela sociedade brasileira, portanto merecem tanto respeito quanto eu acho que eu e o Alckmin merecemos”, completou.


Em sua fala, Lula ainda pediu que os ministros do governo não reclamem a respeito do tema. “Em vez de chorar o que a gente não tem, temos que conversar com o que a gente tem”, disse o presidente.

Leia Também:  Governo quer taxar casas de aposta em 15% e cobrar outorga de R$ 30 mi

“Vocês tem que lembrar que se for votada a reforma tributária hoje é a primeira vez na história da democracia que a gente faz uma reforma tributária no regime democrático, porque a última que tivemos foi no regime militar”, acrescentou Lula.

Fonte: Economia

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

ECONOMIA

Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

Published

on

O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

Leia Também:  TAC prevê reforma e melhorias em praça na região do Osmar Cabral

Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

Cuiabá

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA