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Haddad não confirma política para redução no preço do carro popular

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Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante reunião
Valter Campanato/Agência Brasil – 04/04/2023

Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante reunião

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, desconversou na tarde desta segunda-feira (23) sobre a proposta de redução do preço dos carros populares para até R$ 60 mil . Ele afirmou, no entanto, que conversou com o vice-presidente, Geraldo Alckmin, e com secretários do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) sobre “incentivos à indústria”.

“Tratamos de reforma tributária e incentivo à Indústria. (Carros populares) Não era o tema da reunião. Fomos tratar do orçamento do ano que vem, de incentivo à indústria. Fomos reconhecer as ideias do MIDIC”, disse o ministro em conversa com jornalistas na Fazenda.

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Especulou-se que a medida fosse anunciada na terça-feira (30), Dia da Indústria, mas o ministro negou que houvesse qualquer iniciativa deste tipo. Haddad disse que a proposta para o setor está sendo tocada pelo MDIC.

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Alckmin e representantes da montadora se reuniram na semana passada para debater parâmetros dos incentivos para venda de “carros populares”, categoria de veículos com motor 1.0.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sugeriu apoiar a proposta em críticas aos preços atuais durante pronunciamento no dia 4 de maio. Lula disse que “R$ 90 mil não é popular”.

Em conversas com empresários, o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirma que o setor terá boas notícias no Dia da Indústria.

Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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