ECONOMIA

Haddad diz que dá para baixar juros em dia que BC deve manter taxa

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Lula Marques/ Agência Brasil – 27/04/2023

“Que dá, dá”, diz Haddad sobre queda dos juros

O Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC), define nesta quarta-feira (3) a taxa básica de juros da economia brasileira . No patamar de 13,75% ao ano desde agosto do ano passado, a Selic não deve sofrer alterações, apesar das pressões do governo federal.

Na visão do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o BC já deveria ter reduzido a taxa de juros. Questionado nesta terça-feira (2) se o Copom poderia reduzir a taxa Selic na reunião desta semana, Haddad respondeu: “Que dá, dá, né?”.

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Apesar das pressões, o mercado estima que a Selic deve ser mantida em 13,75% nesta quarta-feira. O tema tem gerado desentendimentos entre o governo federal e o BC.

Na última semana, Haddad, Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, e Simone Tebet, ministra do Planejamento e Orçamento, participaram de um debate no Senado Federal sobre a taxa de juros.

Na ocasião, Haddad defendeu que a manutenção dos juros altos desacelera a economia e, consequentemente, prejudica a arrecadação federal . Campos Neto, porém, indicou ainda não ser possível reduzir a Selic, e voltou a defender que o trabalho do BC é técnico.

Fonte: Economia

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ECONOMIA

Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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