ECONOMIA

Haddad: Câmara vai aprovar reforma tributária no 1º semestre com folga

Publicado em

Ministro da Fazenda, Fernando Haddad
Valter Campanato/Agência Brasil – 04/04/2023

Ministro da Fazenda, Fernando Haddad

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira (23) que a reforma tributária deve ser aprovada na Câmara dos Deputados ainda neste semestre, antes do recesso parlamentar de julho.

“Eu estou convencido de que a gente vota antes do recesso”, disse Haddad a jornalistas. “Claro que a agenda não é minha, é do Congresso, mas eu estou convencido de que vá para o plenário na Câmara antes do recesso”, completou.

Entre no canal do Brasil Econômico no Telegram e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o perfil geral do Portal iG

Questionado sobre se o texto enfrentará discussões no plenário, Haddad disse que a matéria deve conseguir a aprovação com folga. Para que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) seja aprovada na Câmara, são necessários 3/5 dos votos favoráveis, o equivalente a 308 deputados.

Leia Também:  'Obviamente o Banco Central quer cair o juro', diz Campos Neto

“Nós estamos fazendo um texto para ter os 308 votos. Na verdade vai ter mais”, disse Haddad.

Mais cedo, após reunião com os presidentes da Câmara e do Senado, Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Pacheco (PSD-MG), Haddad disse que há consenso da urgência tanto da reforma tributária quanto do arcabouço fiscal .

“Me dá muita tranquilidade saber que nós vamos concluir esse semestre, quem sabe, com a Câmara dos Deputados tendo se manifestado a respeito das duas matérias e o Senado pelo menos em termos da questão do marco fiscal”, completou.

Fonte: Economia

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

ECONOMIA

Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

Published

on

O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

Leia Também:  Lula critica Bolsonaro e diz que não venderá estatais no seu mandato

Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

Cuiabá

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA