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General Motors vai reduzir produção de carros nas fábricas de SP

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Linha de montagem da fábrica da General Motors em São José dos Campos (SP)
Divulgação/General Motors

Linha de montagem da fábrica da General Motors em São José dos Campos (SP)

A GM (General Motors) anunciou nesta quarta-feira (28) que irá reduzir a produção nas suas fábricas de São Paulo, nas cidades de São José dos Campos e Mogi das Cruzes. A desaceleração da produção deve durar cinco meses e começa na próxima segunda-feira (3), podendo ser prorrogada por mais cinco meses.

A montadora afirmou que o layoff cisa garantir a sustentabilidade da fábrica no Brasil e se adequar à demanda nacional. Sendo assim, a partir de segunda suspende o contrato dos funcionários fabris.

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A decisão foi acordada com o sindicato dos metalúrgicos de cada unidade. Em comunicado, o Sindicato de Metalúrgicos de São José dos Campos, o layoff vai atingir 1.200 trabalhadores da planta.

Os empregados vão receber 100% do salário líquido, pago em parte com recursos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), e o restante será depositado pela GM.

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Na terça-feira (27), a Volkswagen já havia anunciado a paralisação da produção nas fábricas de são Bernardo do Campo (SP) e São José dos Pinhais (PR) por conta da “estagnação do mercado”.

As paralisações ocorrem em meio ao incentivo do governo para as montadoras reduzirem o preço dos carros de até R$ 120 mil. Nesta quarta (28), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou que o programa será prorrogado de R$ 1,5 bilhão para R$ 1,8 bilhão.

Aministra do Planejamento, Simone Tebet, disse que não basta dar benefícios para a indústria automotiva no Brasil sem aprovar a reforma tributária.

Fonte: Economia

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ECONOMIA

Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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