Empreendedores Janguiê Diniz e Stanley Bittar vão palestrar no evento
Em 2022, 3,3 milhões de companhias foram abertas no território nacional, segundo dados do Mapa de Empresas, do governo federal. A Região Norte vem despontando como uma das mais promissoras nesse campo.
Para orientar e impulsionar o empreendedorismo na região, especificamente do Acre, será realizado, nesta quarta-feira (28), o Workshop Empreendedorismo Digital, evento que irá debater temas sobre negócios, gestão e ecossistemas digitais. O encontro gratuito ocorre no Sebrae Lab da Universidade Federal do Acre (UFAC), em Rio Branco, a partir das 15h.
Os empreendedores Janguiê Diniz, fundador e controlador do grupo Ser Educacional e sócio da Bossanova Investimentos, e Stanley Bittar, fundador da Stanley’s Holding, vão comandar o workshop. Em palestras, eles compartilharão suas vastas experiências e insights sobre temas cruciais para o sucesso no atual cenário empresarial.
Conheça os palestrantes
Janguiê Diniz é reconhecido por suas habilidades empreendedoras. O grupo Ser Educacional, fundado por ele, é mantenedor, na região Norte, das marcas UNAMA (Amapá, Acre, Pará, Rondônia e Roraima), UNINASSAU (Amazonas, Rondônia e Tocantins), UNINORTE (Amazonas) e UNESC (Rondônia).
Durante sua apresentação, ele irá compartilhar suas estratégias e conhecimentos sobre o empreendedorismo para a criação de riqueza, a partir de sua própria trajetória como alguém que saiu de uma situação de extrema pobreza para construir grandes empreendimentos e chegar à famosa lista da Revista Forbes.
“Eu costumo dizer que quem quer construir riqueza financeira precisa começar empreendendo na vida, antes de empreender nos negócios. É preciso desenvolver diversas características e habilidades para ser um empreendedor de sucesso”, aponta.
Já Stanley Bittar é especialista em ecossistemas para serviços financeiros e digitais. Com ampla experiência no cenário corporativo, ele irá discutir a importância do ecossistema empresarial no contexto dos serviços financeiros e digitais.
Sua palestra abordará as tendências emergentes nesse setor, as oportunidades para startups e como as empresas podem se adaptar e aproveitar as transformações tecnológicas. “O escalonamento de negócios é um processo crucial para impulsionar o crescimento e o sucesso empresarial. Envolve estratégias para expandir as operações, alcançar novos mercados e aumentar a lucratividade”, explica.
O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais.
Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano.
“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos.
Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.
Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação.
“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.
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