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Arcabouço fiscal: governo espera definição de relator nesta semana

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Lula e Haddad devem entregar texto ao Congresso amanhã
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 10/03/2023

Lula e Haddad devem entregar texto ao Congresso amanhã

O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, afirmou nesta segunda-feira (17) que o governo apresentará o texto do novo arcabouço fiscal ao Congresso Nacional nesta terça-feira (18), e que espera que o relator da proposta seja definido ainda nesta semana.

Padilha disse que o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) já estarão no Palácio do Planalto para um evento do Ministério da Educação nesta terça, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve aproveitar o momento para já apresentar a eles a nova regra fiscal , que visa substituir o teto de gastos.

“Estamos na expectativa da entrega, pelo presidente Lula e pelo ministro [da Fazenda] Haddad, no Planalto, do texto para os presidentes das duas casas”, disse Padilha.

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“Nossa expectativa, sendo entregue amanhã, é que essa semana mesmo a Câmara já possa definir o nome do relator para que a gente possa votá-lo na velocidade e urgência que o país pede. O presidente da Câmara disse que, chegando o texto, bota para votar em 15 dias. Esperamos que seja aprovado o mais rápido possível”, completou.

Lira já disse, no mês passado, que dará ao seu partido, o PP, oposição ao governo, a relatoria do novo arcabouço fiscal. O nome do relator, porém, ainda não foi anunciado.

Nesta segunda-feira, a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, afirmou que o governo precisa da aprovação do arcabouço fiscal “para ontem”.

“Eu acho que nós vamos até nos surpreender com o quórum de aprovação”, disse a ministra. “Eu tenho clareza que o Congresso Nacional sabe da responsabilidade que tem e da importância da celeridade do arcabouço fiscal”.

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Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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