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Após aprovação do marco fiscal, foco é na reforma tributária, diz Lira

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Arthur Lira, presidente da Câmara dos Deputados
Lula Marques/ Agência Brasil – 23/03/2023

Arthur Lira, presidente da Câmara dos Deputados

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (Progressistas-AL), celebrou a aprovação do novo marco fiscal e disse, em entrevista à GloboNews nesta quarta-feira (24), que agora o foco será a aprovação de uma reforma tributária “para todos”.

“A gente entende que a contribuição que o parlamento deu como sempre foi de muita valia para o aprimoramento do texto, com a tranquilidade na baixa dos juros do país de maneira equilibrada e consistente, sem nenhum tipo de artificialismo”, disse Lira, que pontuou que a aprovação com folga mostra um Congresso “amadurecido”.

Nesta terça, o texto foi aprovado com 372 votos favoráveis e 108 contrários.

“Após o arcabouço, vamos focar nossas atenções em uma reforma tributária para todos, justa, simplificada, mais próspera e que traga realmente investimentos externos para o país”, continuou o presidente da Câmara.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, também citou a reforma tributária após a aprovação do novo marco fiscal . Segundo o petista, “Esse placar expressivo nos dá muita confiança de que a reforma tributária é a próxima tarefa a cumprir. O presidente [da Câmara dos Deputados] Arthur Lira deixou muito claro ontem no almoço que pretende votar a reforma tributária na Câmara no primeiro semestre”.

Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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