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Aeronáutica abre 225 vagas de concurso para nível médio

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A Aeronáutica abriu um concurso com 225 vagas para candidatos de nível médio para admissão ao Curso de Formação de Sargentos (CFS) no segundo semestre de 2024.

Para concorrer aos postos, é necessário ter entre 17 e 24 anos (completados até 31 de dezembro de 2024). Podem concorrer ambos os sexos.

Veja as vagas:

  • comunicações (24 postos);
  • mecânica de aeronaves (30);
  • material bélico (9);
  • fotointeligência (8);
  • eletricidade e instrumentos (6);
  • estrutura e pintura (10);
  • meteorologia (18);
  • suprimento técnico (14);
  • informações aeronáuticas (12);
  • eletromecânica (12);
  • guarda e segurança (20);
  • bombeiro (5);
  • cartografia (2);
  • desenho (3);
  • metalurgia (2);
  • controle de tráfego aéreo (50).

Para se inscrever, acesse o site da banca www.ingresso.eear.aer.mil.br até às 15h do dia 28 de julho (horário de Brasília). A taxa de inscrição custa R$ 80, mas é possível solicitar isenção desde que o candidato seja:

  • membro de família inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), do governo federal;
  • doador de medula óssea em entidades reconhecidas pelo Ministério da Saúde.
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A prova objetiva está marcada para 19 de novembro com questões de múltipla escolha sobre língua portuguesa, língua inglesa, matemática e física. Haverá aplicação nas seguintes cidades:

  • Belém (PA);
  • Recife (PE);
  • Natal (RN);
  • Rio de Janeiro (RJ);
  • Belo Horizonte e Lagoa Santa (MG);
  • São Paulo e São José dos Campos (SP);
  • Campo Grande (MS);
  • Canoas e Santa Maria (RS);
  • Curitiba (PR);
  • Brasília (DF);
  • Manaus (AM);
  • Boa Vista (RR);
  • Porto Velho (RO).

Se aprovado na prova, o candidato também precisa passar por inspeção de saúde e avaliação psicológica, de 30 de janeiro a 20 de fevereiro de 2023, e teste físico, de 8 a 12 de abril. A data prevista para matrícula e início do curso é 3 de julho.

Quando aprovados, os candidatos irão estudar na Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR), em Guaratinguetá, no interior de São Paulo. O curso dura dois anos e os alunos recebem R$ 1.199, além de:

  • alimentação;
  • alojamento;
  • fardamento;
  • assistências médico-hospitalar e dentária.

Após a formatura, já como terceiro-sargento, os militares contam com vencimentos de R$ 3.825, e podem ser convocados a servir em qualquer área do país.

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Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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