Empreender é um dos três sonhos da maioria dos brasileiros, segundo o relatório Global Entrepreneurship Monitor (GEM) , realizado no Brasil em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). No entanto, dar os primeiros passos para abrir o próprio negócio pode não ser tão simples e exige dedicação para o empreendimento deslanchar.
Pensando nisso, Veridiana Cavalheiro, CEO do Agidesk (plataforma de gestão e automatização de processos de atendimento por meio de dados), lista 5 dicas essenciais para você abrir o próprio negócio e começar a empreender. Confira!
1. Invista em ideias inovadoras
É importante centralizar as ideias visando desenvolver novas frentes de negócios. Atividades como entender o público-alvo para traçar os perfis dos potenciais compradores e quais são suas respectivas preferências, dores e anseios são fundamentais. “Afinal, assim, você achará seu diferencial de mercado, e é justamente ele quem irá destacá-lo da concorrência visceral”, explica a especialista.
Em alguns casos, novos empreendedores se assustam com a tecnologia, porém ela pode ser a maior e principal aliada. As plataformas tecnológicas, por exemplo, automatizam processos, garantindo não apenas alta produtividade, como também visão estratégica para tomadas de decisão.
Estabelecer metas e objetivos é essencial para comparar o crescimento do negócio (Imagem: Drazen Zigic | Freepik)
3. Trace as suas metas
Principalmente no início, é necessário ter metas e objetivos bem estipulados com prazo para o cumprimento. “As metas trazem motivação, ajudando a seguir um planejamento sem desvio de rota. Por isso, trace objetivos a curto, médio e longo prazo. Inclusive, as metas são excelentes para comparar o crescimento do negócio”, comenta Veridiana Cavalheiro.
4. Elabore uma estratégia de divulgação
Considerado um dos erros mais comuns entre os empreendedores, não divulgar uma marca pode ser fatal. Afinal, para ter sucesso nas vendas, é vital que o produto ou serviço seja conhecido no mercado, principalmente pelo público-alvo. “Saber onde estão e quem são os seus potenciais clientes é essencial para desenhar uma estratégia de marketing e vendas eficiente”, explica a CEO do Agidesk.
Nunca se esqueça que a desorganização de suas finanças traz prejuízo, por isso é importante aprender a organizar o dinheiro. “Alguns cursos sobre finanças podem, inclusive, auxiliar nesta etapa. Mas lembre-se sempre: um empreendedor jamais deve misturar suas finanças pessoais com as da empresa”, finaliza Veridiana Cavalheiro.
O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais.
Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano.
“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos.
Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.
Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação.
“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.
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