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Vendas do Citroën C3 quase dobram no mês de junho

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Citroën C3 busca brigar no segmento de entrada, mas também tem versões acima dos R$ 100 mil reais
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Citroën C3 busca brigar no segmento de entrada, mas também tem versões acima dos R$ 100 mil reais

O plano de carro popular do governo federal aumentou de fato as vendas do setor e a Citroën é uma das fabricantes que mais tem a comemorar. As 2.930 unidades emplacadas em junho representam crescimento de 82% em relação ao mês de maio .

Segundo a fabricante francesa, o modelo que foi lançado em agosto de 2022 já soma 22 mil unidades vendidas no país , sendo 11.338 somente em 2023 . Para efeito de comparação, em 2021 por exemplo, a Citroën emplacou 19.902 veículos, e em 2020 cerca de 11.604 unidades.

Desde que assumiu o controle da Citroën, em 2021, a Stellantis vem trabalhando para fazer da marca francesa uma nova marca no segmento de entrada , sendo responsável por um grande volume de vendas . Nesse sentido, o C3 está cumprindo seu papel, e em breve, contará com o C3 Aircross na missão de aumentar as vendas da empresa francesa.

Citroën C3 aposta em altura de SUV, apesar de tamanho de hatchback
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Citroën C3 aposta em altura de SUV, apesar de tamanho de hatchback

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A Citroën ainda celebra o crescimento acima da média do setor automotivo. De maio a junho, a indústria cresceu 8%, enquanto a marca francesa aumentou as vendas em 60%, totalizando 3.175 emplacamentos.

O C3 é equipado com motor 1.0 Firefly de origem Fiat e também o tradicional 1.6 16V PSA, essa segunda opção de motor já é muito difundida entre os modelos da Citroën e pode ser combinada com um câmbio manual de cinco velocidades ou automático de seis marchas.

Interior chama a atenção pela ausência de conta giros
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Interior chama a atenção pela ausência de conta giros

O modelo foi desenvolvido na Índia mas é fabricado no Brasil, na planta da Citroën/Peugeot em Porto Real (RJ) . No país asiátco conta até com uma variante 100% elétrica , que, até o momento, não está descartada para o Brasil.

Segundo a Citroën, o C3 está com ofertas de taxa zero em financiamento com 60% de entrada e residual em 24 meses. O site da marca ainda afirma que as últimas unidades com impostos reduzidos estão disponíveis.

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Fonte: Carros

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

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Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

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2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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