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Citroën C3 de sete lugares tem imagens do interior vazadas

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Novo C3 Aircross é chamado pelo nome código CC24
Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

Novo C3 Aircross é chamado pelo nome código CC24

O C3 é a grande aposta da Citroën para países emergentes. Desenvolvido na Índia , a missão do SUV compacto por aqui é democratizar os veículos da marca fundada por André Citroën, que antes do controle da Stellantis , sempre tiveram uma proposta mais premium.

Se o C3 hatchback rivaliza com Renault Kwid e Fiat Mobi nas versões de entrada e modelos como Fiat Pulse , Volkswagen Polo e Chevrolet Onix nas versões mais caras, a configuração de sete lugares será um modelo à parte. Esta “opção minivan” será revelada nesta quinta-feira (27) e irá rivalizar com a Chevrolet Spin , única opção de sete lugares abaixo da marca dos R$ 200 mil .

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O modelo será batizado de C3 Aircross e já aparece em testes na Índia e no Brasil há algum tempo. Não há ainda números oficiais sobre as dimensões do novo veículo, mas o que se sabe é que ele será maior , justamente para acomodar os dois assentos extras.

Comparação entre os modelos hatchback e Aircross: nova versão será de fato uma minivan
Reprodução/The Car Show

Comparação entre os modelos hatchback e Aircross: nova versão será de fato uma minivan

As imagens obtidas pelo portal Rushlane trazem o detalhe do novo para-choque exclusivo, imagens de um painel de instrumentos digital – que lembra o da Fiat Torosaídas de ar para os ocupantes do banco traseiro e até duas entradas USB para os ocupantes da terceira fileira carregarem dispositivos móveis.

Painel de instrumentos digital corrige uma das
Reprodução/Rushlane

Painel de instrumentos digital corrige uma das “falhas” do C3 hatch

O novo para-choque pode ser somente para diferenciar os modelos no mercado indiano, mas por aqui poderá ser para melhorar o arrefecimento do motor, já que o C3 Aircross irá contar com o motor 1.0 turbo de origem Fiat , que entrega 130/125 cv (etanol/gasolina) e 20,4 kgfm de torque nas versões mais caras. Os modelos de entrada, por sua vez, contarão com o tradicional 1.6 16v de 120/116 cv e 15,7/15,4 kgfm de torque.

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Na Índia, o C3 Aircross terá versões de 5 lugares para que os clientes priorizem o espaço de porta-malas, e é bem provável que essa configuração esteja disponível nas versões de entradas do modelo por aqui.

Saídas de ar condicionado no teto são destaque do novo modelo
Reprodução/Rushlane

Saídas de ar condicionado no teto são destaque do novo modelo

O interior dos veículos parece ser basicamente o mesmo, salvo a exceção do painel de instrumentos digital e da saída de ar-condicionado no teto do veículo , melhorando a ambientação dos ocupantes da última fileira.

O espaço traseiro para esses ocupantes não deverá ser muito, visto que a mídia indiana informa 4,2 metros de comprimento total, um pouco menor que os 4,36 m da Chevrolet Spin . A terceira fileira de assentos deverá ficar bem próxima do assoalho, o que resultará em uma posição de joelhos bem alta como sugere a imagem obtida pelo portal.

Mais detalhes serão revelados nesta quinta-feira, 27 de abril, no lançamento global do veículo, que será produzido em Porto Real (RJ).

Fonte: Carros

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

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Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

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2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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