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Hyundai-Caoa divulga preços dos novos Tucson, Ioniq, Kona e HR 4×4

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Tucson ganhará pequena atualização visual para dar uma sobrevida antes da nova geração em 2025
Reprodução/Hyundai

Tucson ganhará pequena atualização visual para dar uma sobrevida antes da nova geração em 2025

A nova fase da Caoa-Hyundai está começando: o grupo Caoa irá importar ao Brasil modelos inéditos da marca sul-coreana a partir de abril. A Caoa irá trazer veículos híbridos e elétricos , entretanto, esses modelos já sairam de linha no mercado europeu, norte-americano e sul-coreano.

O primeiro lançamento é o híbrido Ioniq , que foi o primeiro veículo da Hyundai a ser desenvolvido especificamente com motorização híbrida. Produzido entre 2016 e 2022, o “liftback” (um hatch com o vidro traseiro muito inclinado) conta com motor 1.6 a combustão e um elétrico de 43 cv , que, somados, entregam 141 cv e 27 kgfm de torque. Seu grande trunfo é o consumo de 18,9 km/l na cidade e 18,8 km/l na estrada , só com gasolina.

Nem hatch nem sedã, carroceria liftback chama atenção no visual do Ioniq
Divulgação/Hyundai

Nem hatch nem sedã, carroceria liftback chama atenção no visual do Ioniq

Antes, o Ioniq só era oferecido no sistema de aluguel da Caoa , porém, agora está disponível por R$ 199.990 . Vendido em versão única, o modelo traz central multimídia de 10.25 polegadas , carregador de smartphone por indução, câmera de ré, sete airbags (dois frontais, dois laterais, dois de cortina e de joelho para o motorista).

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O SUV Kona conta com o mesmo conjunto de força do Ioniq , mas em uma carroceria muito mais atrativa. Segundo o site da Hyundai-Caoa , o crossover está custando R$ 209.990 , e tem porte muito similar ao do Hyundai Creta , medindo 4,20 metros de comprimento e 2,60 m de entre-eixos . Seu visual chama a atenção pelos elementos plásticos pela carroceria e pelas luzes diurnas em LED .

Hyundai Kona não está defasado em relação aos modelos europeus
Reprodução/Hyundai

Hyundai Kona não está defasado em relação aos modelos europeus

No interior, o volante lembra até o do HB20 , mas de resto, em nada remete ao modelo nacional. A central multimídia é de 10,25 polegadas, tem conexão com Android Auto e Apple CarPlay , e os bancos são revestidos de couro. Segundo a Hyundai, o painel de instrumentos, ou cluster, como preferir, é digital, e a novidade é o “ head-up display ”, uma tela que mostra as informações vitais do veículo como velocidade acima do painel, na direção do parabrisa, para o condutor não precisar tirar os olhos da via.

Após o lançamento do Kona híbrido , quem chegará ao Brasil será o Kona 100% elétrico , que está custando R$ 289.900 . O interior é quase o mesmo Kona híbrido, o diferencial é o console central, que aqui é prateado. No exterior, o elétrico não conta com apliques plásticos , mas a principal diferença é a ausência de grade frontal e a presença da porta de recarga . Por falar em recarga, o Kona elétrico tem autonomia de 252 km , e seu motor entrega 136 cv e 40,3 kgfm de torque.

Kona elétrico chegará para competir com o Peugeot e-2008, por exemplo
Reprodução/Hyundai

Kona elétrico chegará para competir com o Peugeot e-2008, por exemplo

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O Tucson também será atualizado e custará R$ 229.900 . Essa versão não é a mais recente do modelo, e sim o facelift apresentado no mercado norte-americano em 2018. No exterior, o Tucson já ganhou uma geração completamente nova , que deverá chegar por aqui somente em 2025.

O visual atualizado agrada, e oferece até faróis full-led na versão topo de linha LTD. e tem preço competitivo contra Compass Série S (R$ 230.990), por exemplo. O motor é o 1.6 TGDi de 177 cv de potência e 27 kgfm de torque, entregues logo aos 1.500 giros.

Novo Hyundai Tucson não teve alterações no desenho traseiro
Divulgação

Novo Hyundai Tucson não teve alterações no desenho traseiro

O último modelo que teve o preço anunciado foi a versão 4×4 do utilitário HR , que custa R$ 179.990 . A motorização de 2.5 turbodiesel entrega 26 kgfm de torque, e não teve números de potência divulgados, mas a versão anterior, que não tinha o propulsor atualizado para o Proconve L7, produzia 130 cv.

Curiosamente, a Kia , empresa irmã da Hyundai, mas que possui operação brasileira conduzida por outro grupo, se antecipou e já oferece a sua versão do utilitário, chamado do Bongo, por R$ 164.900 . O HR é produzido em Anápolis (GO), mas o Bongo é importado do Uruguai.

Fonte: Carros

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

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Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

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2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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