AGRONEGÓCIO

ALMT homenageia agrônomos e personalidades que se destacaram no Estado

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), realizou uma sessão especial na manhã desta segunda-feira (04.12), em comemoração aos 90 anos da regulamentação da profissão de agrônomo no Brasil. A iniciativa, proposta pelo deputado Valdir Barranco, também homenageou personalidades que têm desempenhado um papel fundamental no avanço e no desenvolvimento do Estado, reconhecendo e celebrando os méritos desses cidadãos que deixam um legado positivo na sociedade mato-grossense.

O presidente da Feagro (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso), Isan Rezende, que junto com Julio Campos, fez a entrega dos títulos aos homenageados, destacou a importância do evento. “É uma honra participar desta sessão especial e testemunhar o reconhecimento merecido a essas personalidades que têm contribuído de maneira notável para o desenvolvimento de nosso amado Estado”, disse Rezende.

Rezende destacou a importância da colaboração entre diferentes setores para o crescimento econômico e social do Estado, com ênfase na atuação dos agrônomos, num estado que é celeiro do Brasil e do mundo. “Essas homenagens não apenas destacam as realizações individuais, mas também ressaltam a importância de reconhecermos e valorizarmos o empenho e a dedicação de pessoas que fizeram e fazem a diferença em Mato Grosso. É fundamental celebrar não apenas os feitos do passado, mas também inspirar e apoiar os esforços contínuos em prol de um futuro ainda mais promissor para nossa terra e nossa comunidade”, frisou Isan Rezende.

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Assista aqui a sessão completa:

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Exportações de madeira movimentaram R$ 860 milhões com retomada dos EUA

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O Brasil vendeu R$ 859 milhões em abril, avanço de 34% no comparativo mensal, em produtos de madeira para os Estados Unidos. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) mostram avanço tanto no volume embarcado quanto no faturamento do setor, impulsionados principalmente pela retomada da demanda dos Estados Unidos.

Segundo o levantamento, os embarques da cesta de produtos florestais saltaram de 515,5 mil metros cúbicos em março para 771,3 mil metros cúbicos em abril, crescimento de 38% em apenas um mês.

O faturamento das exportações passou de R$ 641,5 milhões em março para R$ 859 milhões em abril, avanço de 34% no comparativo mensal. O resultado representa a primeira recuperação consistente de 2026 acima dos níveis registrados no ano passado, tanto em volume quanto em receita.

A retomada do mercado norte-americano foi decisiva para o avanço das exportações brasileiras. Após a redução das tarifas de importação aplicadas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, de 50% para 10%, as negociações voltaram a ganhar ritmo e ampliaram a competitividade da madeira nacional.

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Segundo o Mdic, os Estados Unidos responderam por cerca de um terço de todas as exportações brasileiras de madeira em abril. O principal destaque foi o compensado de Pinus destinado ao mercado norte-americano. As vendas do produto saltaram de R$ 41 milhões em março para R$ 132 milhões em abril, praticamente retornando aos níveis observados em 2025.

Entre os produtos mais exportados, a madeira serrada de Pinus liderou os embarques, com 320,5 mil metros cúbicos exportados e faturamento de R$ 370 milhões. Na sequência aparece o compensado de Pinus, que movimentou R$ 346 milhões, com embarques de 234,6 mil metros cúbicos.

Apesar da recuperação em abril, o setor ainda acumula retração em 2026. Entre janeiro e abril, as exportações dos produtos monitorados pela WoodFlow somaram R$ 2,72 bilhões, abaixo dos R$ 3,16 bilhões registrados no mesmo período do ano passado.

Em volume, os embarques também seguem menores, refletindo a desaceleração da demanda internacional observada nos primeiros meses do ano, além das oscilações logísticas e da instabilidade econômica global.

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A avaliação do mercado é de que o ambiente internacional seguirá sendo determinante para o ritmo das exportações brasileiras de madeira ao longo de 2026, especialmente diante da forte dependência do mercado norte-americano para produtos industrializados do setor florestal.

Fonte: Pensar Agro

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