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Mato Grosso tem Semana de Conscientização sobre a Esquizofrenia

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Essa semana Mato Grosso celebra a Semana de Conscientização sobre a Esquizofrenia. A semana foi instituída a partir de um projeto de lei de autoria do deputado estadual Thiago Silva (MDB), que deu origem à Lei nº 11.917/2022 institui oficialmente a semana a ser realizada anualmente na última semana de maio, em instituições públicas de todo o estado.

A Lei tem como objetivo promover o debate, disseminar informações baseadas em evidências e estimular a empatia e o apoio às pessoas que convivem com a esquizofrenia – transtorno que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), é a terceira principal causa de perda de qualidade de vida entre jovens em todo o mundo.

“As pessoas com esquizofrenia enfrentam não só os desafios da doença, mas também o preconceito e a desinformação. É um transtorno que impacta profundamente não só quem é diagnosticado, mas também toda a família. Por isso, é fundamental ampliar o diálogo, garantir apoio e promover políticas públicas eficazes”, afirma o deputado, que tem uma vivência pessoal com a condição desde a infância.

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A esquizofrenia é um transtorno mental crônico, caracterizado por alterações no pensamento, nas emoções e no comportamento. Pode envolver delírios, alucinações e perda de contato com a realidade, exigindo acompanhamento contínuo e tratamento multiprofissional.

Thiago Silva tem cobrado do governo do estado e da Secretaria Estadual de Saúde (SES) maior investimento em serviços especializados, acesso ao tratamento e apoio às famílias, reconhecendo que o cuidado em saúde mental deve ser uma prioridade no sistema público.

Fonte: ALMT – MT

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Assembleia analisa projeto que fortalece proteção de mulheres no ambiente digital e financeiro

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O controle abusivo do dinheiro, a retenção de documentos pessoais e até a perseguição virtual silenciosa podem estar mais próximos da rotina de muitas mulheres do que se imagina. Em Mato Grosso, o Projeto de Lei nº 586/2026 apresentado durante sessão ordinária no último dia (13), pelo deputado estadual Alex Sandro (Republicano), quer ampliar o combate a essas formas de violência, muitas vezes invisíveis, mas que deixam marcas profundas na vida das vítimas.

A proposta cria diretrizes de prevenção à violência econômica, patrimonial e digital contra mulheres em todo o estado, além de definir como violência econômica e patrimonial práticas como retenção de bens, controle abusivo da renda, destruição de documentos pessoais e limitação da autonomia financeira da mulher.

Para o parlamentar, o avanço das tecnologias ampliou a incidência de crimes virtuais contra mulheres, como monitoramento clandestino, perseguição eletrônica e exposição ilegal de conteúdos íntimos. Segundo ele, ainda há baixa conscientização social sobre essas formas de violência, especialmente em relação à proteção patrimonial e à segurança digital feminina.

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“A violência não é só física, quando você impõe à mulher a se submeter a condição econômica, abuso ou patrimonial, ou que você impeça essa mulher de ter liberdade, você está cometendo uma violência. E por isso, precisamos divulgar essas violências que existem de maneira mais clara. Esse projeto pretende exatamente isso, trazer foco de maneira mais clara, desde a escola, espaços públicos e privados para que isso seja um combate excessivo de toda a população”, defendeu o parlamentar na tribuna.

Alex Sandro reforça, que o projeto possui caráter preventivo, educativo e orientativo, sem criação de novos cargos públicos ou despesas obrigatórias ao estado.

Ainda de acordo com o projeto, o estado poderá promover campanhas educativas, palestras, fóruns, distribuição de materiais informativos e ações voltadas à segurança digital feminina. Entre os objetivos estão o fortalecimento da autonomia econômica das mulheres, a prevenção de fraudes eletrônicas e a divulgação dos canais oficiais de denúncia.

O PL estabelece que pessoas físicas ou jurídicas condenadas definitivamente por violência doméstica, patrimonial, econômica ou digital contra mulheres poderão sofrer restrições administrativas no âmbito estadual. Entre as medidas estão impedimento de participar de programas institucionais, receber homenagens públicas ou firmar convênios com a administração estadual.

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Agora, a proposição cumpre pauta de cinco sessões ordinárias e segue para análise nas comissões da Assembleia Legislativa, antes de ser votada em plenário.

Fonte: ALMT – MT

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