ECONOMIA

Haddad quer garantir folga na votação da reforma tributária

Publicado em

Fernando Haddad discurso no evento da Fiesp
Reprodução

Fernando Haddad discurso no evento da Fiesp

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, declarou nesta quarta-feira (5) que quer aprovar a reforma tributária com uma margem superior ao necessário para aprovar uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição), que são três quintos da Câmara (308 deputados).

“Nós não estamos aqui mirando o número de votos necessários para aprovação”, afirmou o ministro da Fazenda. “Queremos superar esse número, para deixar claro, como aconteceu com o marco fiscal, de que esse é um projeto do país, um projeto para as futuras gerações”, declarou a jornalistas em Brasília.

A declaração foi dada ao lado do governador de são Paulo, Tarcísio de Freitas, que disse concordar com 95% do texto da reforma.

“A gente concorda com 95% da reforma. A câmara de compensação é uma alternativa mas não precisa ser um cavalo de batalha.”

O presidente da Câmara, Arthur Lira, cancelou todas as comissões e audiências marcadas para esta semana afim de destravar a agenda econômica do governo federal.

Leia Também:  Santander, BB, Itaú e mais: quais bancos vão aderir ao Desenrola?

A intenção de Lira é aprovar a reforma tributária até sexta, mas antes é necessário votar o voto de qualidade do Carf (Conselho de Administração de Recursos Fiscais), que teve urgência aprovada na Casa.

Fonte: Economia

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

ECONOMIA

Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

Published

on

O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

Leia Também:  Banco dos Brics discute incluir novos membros, diz Haddad

Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

Cuiabá

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA