Carros e Motos

Marca chinesa promete carro elétrico barato e espaçoso no Brasil

Publicado em

BYD aposta em preço e espaço para conquistar mercado de elétricos de entrada
Divulgação

BYD aposta em preço e espaço para conquistar mercado de elétricos de entrada

A BYD anunciou nesta quarta-feira a chegada do Dolphin EV ao Brasil, com preço competitivo e mais autonomia que seus concorrentes ao posto de carro elétrico mais acessível do país .





Lançado por R$ 149.800 , o Dolphin não vai ostentar o título de elétrico maisbarato do país (o JAC E-JS1 custa R$ 145.900 ), mas o preço promocional do Dolphin o coloca R$ 190 mais barato que o Renault Kwid E-Tech e o Chery iCar .

Tela central rotativa é principal destaque do interior do Dophin
Divulgação

Tela central rotativa é principal destaque do interior do Dophin




Utilizando uma plataforma dedicada para carros elétricos , o BYD se destaca pela otimização do espaço para as baterias em relação à cabine. São 2,7 metros de entre-eixos para um veículo de  4,12 m de comprimento , 1,57 m de altura e 1,77m de largura. É mais espaço interno que um Jeep Compass , mas com tamanho de hatchback .

Além do espaço interior, o Dolphin EV aposta nas baterias do tipo Blade de 44,9 kWh para conquistar o mercado de elétricos de entrada. De acordo com a BYD, o Dolphin consegue percorrer 291 km com uma carga completa (106 km a mais que o Kwid) e é o modelo com melhor aproveitamento energético do país, precisando de 0,42 Mj para rodar um km .

Leia Também:  Nissan Skyline pode virar SUV elétrico já em 2025 no Japão

O motor é dianteiro e entrega 95 cv de potência e 18,3 kgfm de torque , o que garante acelerações de 0 a 100 km/h em 10,9 segundos e velocidade máxima de 160 km/h. Pode não ser muito, mas já é mais do que suficiente para a condução urbana diária .

Assim como o Jac E-JS1, o Dolphin traz a cor rosa entre as três opções de pintura
Divulgação

Assim como o Jac E-JS1, o Dolphin traz a cor rosa entre as três opções de pintura

O modelo ainda pode ser recarregado em tomadas domésticas de 127 ou 220V, e em carregadores de corrente contínua (DC), a recarga de 30 a 80% acontece em 30 minutos , mas a fabricante chinesa não informou a potência necessária para atingir essa velocidade nem o tempo para recarregar em tomadas domésticas.

O visual também pode ser um trunfo do Dolphin, já que o modelo aposta em cores diferenciadas: Rosa e amarelo, complementando o tom cinza. Os visuais externo e interno são inspirados nos mares, por isso o nome, que significa golfinho em inglês.

Internamente, as linhas fluidas chamam a atenção e dão um ar diferenciado ao elétrico. A tela de 12,8 polegadas, que pode ser exibida na vertical ou horizontal, se destaca, e oferece conexão com Apple CarPlay e Android Auto .

Bancos são revestidos em couro bicolor e contam com detalhes em laranja
Divulgação/BYD

Bancos são revestidos em couro bicolor e contam com detalhes em laranja

Leia Também:  Grupo Seres deve lançar o seu maior crossover de luxo M9 ainda em 2023

Por falar em conectividade, o condutor pode verificar o nível da bateria, abrir ou trancar o carro e programar o ar-condicionado remotamente pelo celular. Ainda será possível jogar videogame ou cantar no karaokê , desde que o carro esteja estacionado. A BYD não informou mais detalhes, apenas afirmou que essas funções estarão disponíveis nos próximos meses, provavelmente em atualizações “Over the Air” , como acontece nos smartphones.

O motorista poderá ainda comandar algumas funções pela voz, utilizando o comando “ Hi BYD ”, que poderá conectar com o Spotify ou definir o GPS para um endereço solicitado. Os ocupantes ainda poderão utilizar o veículo como fonte de energia para um laptop e uma luminária, por exemplo, mas será necessário um adaptador, vendido separadamente.

Segundo a BYD o modelo será oferecido com garantia de cinco anos ou 200 mil km para o chassi, motor e sistema de baixa tensão, enquanto as baterias terão garantia de 200 mil km ou oito anos .

Fonte: Carros

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Carros e Motos

Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

Published

on

Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Leia Também:  Hyundai-Caoa divulga preços dos novos Tucson, Ioniq, Kona e HR 4x4

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

Leia Também:  Brasil condena ataque no Irã, falando em "ato de terrorismo"

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

Cuiabá

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA