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Desconto em carro: emendas visam incluir motos e patinetes em programa

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Por enquanto, programa contempla apenas carros, caminhões e ônibus
José Cruz/Agência Brasil – 08/07/2016

Por enquanto, programa contempla apenas carros, caminhões e ônibus

A Medida Provisória (MP) enviada pelo governo ao Congresso para reduzir o preço de carros , ônibus e caminhões já recebeu 28 emendas de deputados até a tarde desta segunda-feira (12). Dentre elas, estão sugestões como incluir bicicletas, patinetes e motocicletas no programa.

A MP do governo entrou em vigor no momento de sua publicação, mas precisa ser votada no Congresso para não perder validade. A tramitação começa por comissão mista entre as duas Casas, antes do texto ser apreciado individualmente na Câmara dos Deputados e no Senado.

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Como o programa de descontos tem validade máxima de quatro meses, o mesmo período em que a MP precisa ser votada, é possível que o Congresso não chegue a votar o texto. Se isso acontecer, as emendas sugeridas pelos parlamentares não terão a oportunidade de entrarem em vigor.

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Motos, bicicletas e patinetes

As sugestões para incorporar outros veículos ao programa de descontos do governo vieram de alguns deputados federais. Túlio Gadêlha (Rede/PE) propõe que bibicletas e patinetes recebam desconto incondicional de 10%. Na justificativa da emenda, o parlamentar afima que o uso desses veículos contribui para a mobilidade urbana e para a saúde dos usuários.

Já o deputado Felipe Carreras (PSB/PE) propõe descontos de até R$ 8 mil em bicicletas, limitados a 20% do valor do veículo. “A inclusão das bicicletas no conceito de veículos sustentáveis é essencial para dar máxima efetividade à presente Medida Provisória e será revertida na maior promoção da descarbonização da matriz de transportes e no amplo acesso da população a bicicletas novas, que garantam mais conforto e segurança para os ciclistas”, justifica o parlamentar.

Outra emenda que propõe a inclusão de mais veículos no programa é de autoria do deputado Florentino Neto (PT/PI), que sugere que motocicletas usadas para transporte por aplicativo ou para frete recebam descontos.

“A profissão de motorista e de entregador por aplicativos são importantíssimos para a população brasileira. São pessoas que transportam pessoas, remédios, documentos, alimentos entre outros tipos de encomenda”, argumenta o deputado.

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Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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