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Dólar cai nesta quarta após aprovação do arcabouço fiscal na Câmara

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Dólar opera em queda nesta quarta
Unsplash/Alexander Grey

Dólar opera em queda nesta quarta

O dólar abriu esta quarta-feira (24) em queda, batendo R$ 4,94 por volta das 10h30 (horário de Brasília), o que representa queda de 0,59%. A baixa é decorrente de uma boa reação do mercado à aprovação do arcabouço fiscal na Câmara dos Deputados .

No mesmo horário, o Ibovespa tinha queda de 0,44%, indo a 109.450,17 pontos.

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Na terça-feira (23), o dólar teve leve alta de 0,02%, chegando a R$ 4,97. A queda na semana é de 0,48%; no mês, de 0,33%; e no ano, de 5,81%.

No cenário nacional, o maior impacto da oscilação da moeda nesta quarta é a aprovação do arcabouço fiscal. Internacionalmente, as atenções permanecem voltadas à renegociação das dívidas dos Estados Unidos, que seguem sem acordo.

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Aprovado na Câmara dos Deputados nesta terça-feira por 372 votos a 108, o arcabouço fiscal substitui o atual teto de gastos. Nesta quarta, os parlamentares votam destaques que podem alterar pontos do texto.

Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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