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Galípolo é eleito presidente do Conselho de Administração do BB

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Gabriel Galípolo é eleito presidente do Conselho de Administração do Banco do Brasil
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Gabriel Galípolo é eleito presidente do Conselho de Administração do Banco do Brasil

O secretário-executivo do ministério da Fazenda, Gabriel Galípolo, foi eleito nesta sexta-feira (12) como presidente do Conselho de Administração do Banco do Brasil, indicado pelo governo.

Na segunda-feira (8), Galípolo também foi indicado pelo governo a ocupar a diretoria de Política Monetária do Banco Central (BC), cargo que dá a ele o direito de participar das decisões do órgão sobre a taxa básica de juros da economia brasileira, que vem sendo bastante criticada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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Para assumir o cargo no BC, porém, Galípolo ainda precisa da aprovação do Senado Federal, o que ele diz acreditar que não será algo difícil de conquistar .

Questionado nesta semana sobre se o governo o está preparando para assumir, nos próximos anos, a presidência do BC, o braço direito de Fernando Haddad na Fazenda disse querer colaborar com o governo da melhor forma possível. O mandato de Campos Neto na presidência do BC se encerra no fim de 2024.

“Eu não vim para cá para meter nenhum tipo de projeto de carreira pessoal, não faz nenhum sentido para mim. A minha posição sempre foi, tanto com o presidente quanto com o ministro [da Fazenda, Fernando Haddad], que eu estou aqui para tentar colaborar com o projeto. Eu estou à disposição para jogar na posição que eles entenderem que é a mais adequada e que eu possa colaborar melhor”, afirmou Galípolo.

Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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