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Carro popular: 80% dos recursos para descontos já foram consumidos

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Maior parte dos recursos para dar descontos em carros já foi consumida
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Maior parte dos recursos para dar descontos em carros já foi consumida

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) informou nesta quarta-feira (21) que já autorizou a utilização de R$ 400 milhões em crédito tributário para montadoras usarem no programa que dá descontos em carros. O valor equivale a 80% dos R$ 500 milhões disponibilizados em Medida Provisória (MP) publicada há duas semanas.

Na segunda-feira (19), o MDIC havia informado que 64% da verba havia sido consumida .

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O montante solicitado pelas montadoras é convertido em descontos para os consumidores na compra de carros que custam até R$ 120 mil. Os descontos começam em R$ 2 mil e vão até R$ 8 mil, a depender do veículo e de suas características. Muitas montadoras, porém, estão aplicando descontos ainda maiores por conta própria.

Nesta terça-feira (20), o ministério prorrogou por mais 15 dias a exclusividade do programa para pessoas físicas, que teria se encerrado nesta semana. A decisão foi recebida com crítica pelas locadoras de automóveis, que ainda não podem adquirir carros com descontos.

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Os descontos do governo em carros vão durar quatro meses ou enquanto durarem os R$ 500 milhões disponibilizados em créditos tributários.

Fonte: Economia

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ECONOMIA

Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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