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Twitter terá chamadas de voz e vídeo e DMs criptografadas, diz Musk

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Twitter terá chamadas de voz e vídeo
Unsplash/Jeremy Bezanger

Twitter terá chamadas de voz e vídeo

As mensagens diretas (DMs, na sigla em inglês) do Twitter passarão a ser criptografadas nesta quarta-feira (10), de acordo com o CEO da empresa, Elon Musk. Além disso, a rede social vai oferecer chamadas de voz e vídeo “em breve”.

Segundo Musk, as DMs criptografadas chegarão nesta quarta em uma versão inicial, portanto ainda podem ter falhas. “O teste decisivo é que eu não consiga ver suas DMs, mesmo que haja uma arma apontada para minha cabeça”, escreveu o bilionário.

A criptografia de ponta a ponta – sistema usado, por exemplo, pelo WhatsApp – é um recurso de segurança que faz com que apenas o remetente e o destinatário tenham acesso às informações da conversa. Com isso, as mensagens sequer ficam disponíveis nos servidores da plataforma utilizada.

Em meados do mês passado, Musk afirmou que, quando adquiriu o Twitter, o governo dos Estados Unidos tinha “acesso total” a todo o conteúdo da rede social, inclusive mensagens diretas trocadas por usuários.

Além da criptografia, os usuários do Twitter também poderão fazer chamadas de voz e vídeo. Esse recurso, porém, ainda não tem data para chegar. Segundo Musk, a grande vantagem da rede social em relação a outros mensageiros que já oferecem o serviço será a privacidade, já que não será necessário usar um número de telefone.

“O bate-papo por voz e vídeo acontecerá do seu identificador para qualquer pessoa nesta plataforma, para que você possa conversar com pessoas em qualquer lugar do mundo sem fornecer seu número de telefone”, anunciou.

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; entenda

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira
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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira

O Google está atualmente desenvolvendo uma ferramenta de IA generativa, projetada para auxiliar jornalistas em seu trabalho. Denominada “Genesis”, a plataforma tem como objetivo absorver informações detalhadas sobre eventos recentes e produzir notícias.

Segundo uma reportagem do The New York Times, o Google fez uma apresentação da ferramenta Genesis para executivos de alguns dos principais jornais dos Estados Unidos, incluindo o próprio NYT, o The Washington Post e a News Corp, empresa detentora do The Wall Street Journal. A apresentação revelou detalhes sobre o funcionamento da ferramenta de IA generativa voltada para auxiliar jornalistas em suas atividades.

Representante do Google, Jean Crider afirmou que “estamos em estágios iniciais de ideias para fornecer ferramentas de IA que auxiliem os jornalistas em seus trabalhos”, enfatizando a intenção de estabelecer parcerias com editores de notícias no desenvolvimento da iniciativa.

De acordo com pessoas que estiveram presentes na apresentação, o Google tem a convicção de que a IA poderá atuar como uma assistente no trabalho de jornalistas, automatizando o processo de produção de notícias.

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Contudo, nem todos ficaram completamente convencidos com a abordagem do Google. Alguns executivos, que preferiram manter o anonimato, revelaram ao New York Times que a proposta da IA desvaloriza os esforços dos profissionais da área em termos de apuração e produção de notícias.

Atualmente, alguns veículos de comunicação já estão empregando Inteligências Artificiais generativas para criar conteúdo, porém, as publicações de notícias têm sido cautelosas em sua adoção, principalmente devido a preocupações relacionadas à tendência da tecnologia de gerar informações factualmente incorretas.

Pesquisa feita por cientistas que atuam em Stanford e Berkeley revelou que os modelos de linguagem desenvolvidos pela OpenAI apresentaram alterações significativas em seu desempenho ao longo de alguns meses.

Os pesquisadores constataram que a precisão das respostas geradas pareceu diminuir com o passar do tempo, corroborando os relatos de usuários sobre as versões mais recentes do software apresentando uma aparente “queda de inteligência”. Usuários têm relatado há mais de um mês a percepção de uma queda na qualidade da plataforma.

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O Google liberou semana passada o acesso ao Bard no Brasil . A ferramenta, que concorre diretamente com o ChatGPT, está disponível em 40 idiomas, incluindo o português brasileiro.

O Bard funciona de forma bastante similar ao ChatGPT, conseguindo responder perguntas, resumir textos, dar ideias sobre diversos assuntos, escrever e-mails e muito mais.

Fonte: Tecnologia

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