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WhatsApp testa mensagens de vídeo; veja como será a novidade

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WhatsApp testa novo recurso
Unsplash/Mourizal Zativa

WhatsApp testa novo recurso

O WhatsApp está testando uma ferramenta para os usuários enviarem mensagens de vídeo. A descoberta foi feita pelo site especializado WABetaInfo, que encontrou a novidade na versão beta (de testes) do aplicativo.

As mensagens de vídeo funcionam de forma diferente em relação aos vídeos normais, que já podem ser enviados pelo WhatsApp há muitos anos. O funcionamento da novidade é mais similar aos áudios.

Com o recurso, os usuários podem gravar um vídeo de até 60 segundos, que fica disponível na conversa em formato de círculo. Ao clicar nele, o vídeo é reproduzido. Confira:

WhatsApp testa novidade
Reprodução/WABetaInfo

WhatsApp testa novidade

Para gravar, é necessário clicar uma vez no botão de áudio, que se transformará em um ícone de câmera. Em seguida, basta clicar e segurar para gravar, assim como funcionam os áudios – o destinatário também consegue ver quando o remetente está gravando uma mensagem de vídeo.

O recurso já existe no principal concorrente do WhatsApp, o Telegram, desde 2017. Por enquanto, o WhatsApp não confirmou oficialmente a novidade, portanto não é possível saber quando ela chegará a todos os usuários.

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; entenda

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira
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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira

O Google está atualmente desenvolvendo uma ferramenta de IA generativa, projetada para auxiliar jornalistas em seu trabalho. Denominada “Genesis”, a plataforma tem como objetivo absorver informações detalhadas sobre eventos recentes e produzir notícias.

Segundo uma reportagem do The New York Times, o Google fez uma apresentação da ferramenta Genesis para executivos de alguns dos principais jornais dos Estados Unidos, incluindo o próprio NYT, o The Washington Post e a News Corp, empresa detentora do The Wall Street Journal. A apresentação revelou detalhes sobre o funcionamento da ferramenta de IA generativa voltada para auxiliar jornalistas em suas atividades.

Representante do Google, Jean Crider afirmou que “estamos em estágios iniciais de ideias para fornecer ferramentas de IA que auxiliem os jornalistas em seus trabalhos”, enfatizando a intenção de estabelecer parcerias com editores de notícias no desenvolvimento da iniciativa.

De acordo com pessoas que estiveram presentes na apresentação, o Google tem a convicção de que a IA poderá atuar como uma assistente no trabalho de jornalistas, automatizando o processo de produção de notícias.

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Contudo, nem todos ficaram completamente convencidos com a abordagem do Google. Alguns executivos, que preferiram manter o anonimato, revelaram ao New York Times que a proposta da IA desvaloriza os esforços dos profissionais da área em termos de apuração e produção de notícias.

Atualmente, alguns veículos de comunicação já estão empregando Inteligências Artificiais generativas para criar conteúdo, porém, as publicações de notícias têm sido cautelosas em sua adoção, principalmente devido a preocupações relacionadas à tendência da tecnologia de gerar informações factualmente incorretas.

Pesquisa feita por cientistas que atuam em Stanford e Berkeley revelou que os modelos de linguagem desenvolvidos pela OpenAI apresentaram alterações significativas em seu desempenho ao longo de alguns meses.

Os pesquisadores constataram que a precisão das respostas geradas pareceu diminuir com o passar do tempo, corroborando os relatos de usuários sobre as versões mais recentes do software apresentando uma aparente “queda de inteligência”. Usuários têm relatado há mais de um mês a percepção de uma queda na qualidade da plataforma.

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O Google liberou semana passada o acesso ao Bard no Brasil . A ferramenta, que concorre diretamente com o ChatGPT, está disponível em 40 idiomas, incluindo o português brasileiro.

O Bard funciona de forma bastante similar ao ChatGPT, conseguindo responder perguntas, resumir textos, dar ideias sobre diversos assuntos, escrever e-mails e muito mais.

Fonte: Tecnologia

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